segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Diante de Deus

"Pai nosso..."- Jesus. (Mateus, 6:9.)

Para Jesus, a existência de Deus não oferece motivo para contendas e
altercações.

Não indaga em torno da natureza do Eterno.

Não pergunta onde mora.

Nele não vê a causa obscura e impessoal do Universo.

Chamam-lhe simplesmente "nosso Pai".

Nos instantes de trabalho e de prece, de alegria e de sofrimento, dirige-se
ao Supremo Senhor, na posição de filho amoroso e confiante.

O mestre padroniza para nós a atitude que nos cabe, perante Deus.

Nem pesquisa indébita.

Nem inquirição precipitada.

Nem exigência descabida.

Nem definição desrespeitosa.

Quando orares, procura a câmara secreta da consciência e confia-te a Deus,
como nosso Pai Celestial.

Sê sincero e fiel.

Na condição de filhos necessitados, a Ele nos rendamos lealmente.

Não perguntes se Deus é um foco gerador de mundos ou se é uma força
irradiando vidas.

Não possuímos ainda a inteligência suscetível de refletir-lhe a grandeza,
mas trazemos o coração capaz de sentir-lhe o amor.

Procuremos, assim, nosso Pai, acima de tudo, e Deus, nosso Pai nos escutará.