segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Dedicado.

Ensina-me a amar-te.

Além do cotidiano,

Acima do disparate,

Após o desengano.



Não me permita ser,

No dia menos humano.

E na noite o padecer,

De ser tão desumano.



Conduza-me ao infinito.

Ponha teu sorriso ali,

Dê de si o mais bonito.



Porque da incerteza vim.

E no ocaso de um coração,

Viveria por ti até o fim.