quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

LÁGRIMAS

Fluem cristalinas de mundos distantes.

Descem leves de nevadas cumes.

Pendem de mágicos ocasos

como chuva de ouro.





Oh lágrimas que sulcais o meu rosto!

Sois a ilusão que morreu e regressa.

Vosso sulco fende a pele da alma

mostrando o Amor eterno.