frase inteira...
Estou aprendendo a guardar-me
enquanto jorram as procelas.
Deixo o meu corpo, enquanto ele trêmulo,
faz-se medo...
busco no silencio dos meus escritos
uma confirmação de que o finito,
talvez seja a confirmação
da limitação do meu eu,
ainda diminuto...
deixo que pouse sobre a palma da minha mão
a maior palavra que conheço,
e nas entrelinhas viajo...
afinal quem sou eu
para merecer ser frase inteira?









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