O HOMEM DO LEME
Lá vai a traineira, levando o homem do leme,Traz consigo a pescaria, das águas até ao porto.Das agruras do tempo, ele não deve nem teme,Sejam elas marés vivas ou périplo mar morto.
O pescado amontoa-se junto ás praças vizinhas,E o homem do leme vê o seu peixe ser alugado,Pelos retalhistas, que o levam para as cozinhas,Antes deste com o tempo se ter enfim estragado.
É uma vida dura esta de pescador, nem tem igual,Saem pela madrugada com as redes prontificadas,A serem largadas nas águas do restrito manancial.
Restrito porque o pescado já escasseia, pela pescaDesenfreada, de outros tempos, agora unificadas,Pelas organizações de pescadores, que aqui atesta.
O pescado amontoa-se junto ás praças vizinhas,E o homem do leme vê o seu peixe ser alugado,Pelos retalhistas, que o levam para as cozinhas,Antes deste com o tempo se ter enfim estragado.
É uma vida dura esta de pescador, nem tem igual,Saem pela madrugada com as redes prontificadas,A serem largadas nas águas do restrito manancial.
Restrito porque o pescado já escasseia, pela pescaDesenfreada, de outros tempos, agora unificadas,Pelas organizações de pescadores, que aqui atesta.
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