quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Tenmpo Ambarino

Ah! Prata, que aos teus cabelos enfeitas

Traz-te um brilho - sol a pino - nacarado

Escassos... invernos d'água do cerrado

Inspirando este solo de colheitas.







Perfumas... É o meu Tempo Ambarino

Tornando-o mel de seiva... almiscarado.

E à noite... EU, camuflado e clandestino

Me beijas, como beija um condenado.







São fantasias... Reconheco! Que importa!

Se a Lua em eclipses exorta

Sol de Amor - recusando o anoitecer.







Se me negas teus carinhos... deixa assim!

Um dia, se sozinho... vinde a mim!

Será Tarde! ... Como um dia a morrer!