quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Passastes, Passarinho

Pra mim, basta!
Tudo tem limites.
Nem cogite.
Já não interessa onde
começa ou onde termina.

Já não tens chance.
Já não quero saber
O que se passa pela tua cabeça.

Anota!
Nem o nascer do sol,
Ou a brisa matutina,
muito menos a rosa malva da esquina,
Nada! Nada te trará de volta!

Passastes, passarinho,
E nem percebi!
Passastes, como uma chuva de verão,
Bem de mansinho.
Meu coração busca novo inquilino!