terça-feira, 20 de novembro de 2007

DISFARCE DE UM PSEUDO PROFETA

Nas sombras negras, uma alma cinza...

Um falso cristal que se esconde

Retira a tua máscara...

Mostra aos teus a tua insípida realidade



Alma feita de rancor – sem dor

Sombra que vive de ilusão?

Mente que vaga na solidão

Perdido entre rios e lagos de lodo



Alma inversa

intempérie de amor.

Sombra sem luz...

Seria um Deus da sombra? oh!

Emerge das profundezas do âmago

A espalhar dor e sofrimento



Alma temente...

Sanguessuga da razão

Sombra inerente, impertinente.

Onde está tua alma que ninguém viu?

Espalhas a paz que a ti não se aplica?



ALma que vive a sugar o amor alheio...

Usa-o até a morte... Egoísmo centrado

Desfaz o vínculo que estreita a razão

Cega-o e terás para sempre...



Alma leviana , algoz...

Causa febre lenta...

Martiriza seres inocentes, indefesos.

A orgia de ódio vem de ti...

A cura ?

Ah! Essa só com amor, coração..