domingo, 10 de fevereiro de 2008

Anjo do Pecado

Em minhas asas carrego o seu ventre sedoso,
Delicioso como o néctar do amor perfeito
Retirando o meu fôlego a cada segundo de prazer,
Para me abandonar ao amanhecer, sem piedade.

Sua carne sacia minha fome de amor maduro
Perseguido pelo tempo de percepção do olhar
Mantido a cada momento de solidão nos becos
Escondido a espreitar seu caminhar, macio.

Minha carne queima ao seu hálito libidinoso
Me convidando a loucuras e prazeres ímpar
E me escravizo ao seu corpo nu e ardente