sexta-feira, 30 de maio de 2008

QUESTÃO DE VALOR

Ninguém pode alegar insignificância ou desvalia para fugir aos deveres que lhe compete na obra de elevação do mundo.

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A pedra quase impermeável serve aos alicerces.

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A areia áspera é valioso elemento na construção.

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O remédio amargo é instrumento da cura.

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O mal de agora pode ser simplesmente um véu de sombra ocultando o bem de amanhã.

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Há pessoas que se confessam inaptas ou imperfeitas para qualquer serviço do Evangelho, entretanto, apenas se esquecem de que a direção entre os filhos da fé, não pertence à vontade humana.

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O bloco de mármore perdido no matagal é simples calhau sem valor, mas nas mãos do artista é a fonte de que sairá a obra-prima.

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Uma enxada ao abandono é traste inútil, mas nos braços do bom lavrador é precioso instrumento do nosso pão.

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O pântano em si é pestilência e ruína, mas se recebe a assistência do pomicultor dá lugar à vegetais que nos enriquecem a vida.

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Um fio de cobre perdido na via pública é resíduo destinado à lata de lixo, mas se for ligado entre a usina e a lâmpada é o condutor imponente da luz e da energia que sustenta o progresso.

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Se contarmos exclusivamente conosco, na realidade, somos meros átomos pensantes, mas se aceitarmos a direção de Jesus para a nossa vida, a nossa experiência será indubitavelmente rica de benção do Divino Mestre.

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Pelo nosso passado, somos simples sombras, mas se o nosso presente procura imantar-se com o Cristo, nossa bússola indicará os horizontes da verdadeira luz em nosso favor.

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Não te consideres tão-somente pelo que és. Vejamo-nos em companhia de Cristo para que o Cristo esteja em nós.

O zero á esquerda do número será sempre nada, mas á direita do algarismo é valor substancial, em ascensão crescente para o infinito.

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Lembremo-nos de que Jesus é a Divina Unidade e situemos nossa existência à direita do Nosso Senhor Mestre.