O Canto de Hiroshima
Não te valhas de um ato sombrio
trevas são dor, manchas ao linho
brilha a luz, se o negro esmaecido
não reflectir um novo extermínio.
Cerejeiras renovadas do pranto
em outras cores para amenizar
as dores tantas e tudo quanto
possa ainda ao peito flagelar.
Traz a paz e amor no senso
aos indefesos aqui a almejar
que seja viva a voz do tempo
e do coliseu onde o rancor
pusera minha seara a chorar
a visão da morte do amor.









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