quinta-feira, 22 de maio de 2008

ETERNO AMOR

Presença constante, em minha vida,
dizer-te que já te amava, quando,
nem sequer, te conhecia, poderá soar
a ridículo, mas esta é a única verdade credível.

Não sei onde nos conhecemos, antes
mesmo, de nos conhecer, mas esse é um facto,
que fez – e faz – perdurar nosso amor,
em eternas juras, que nos levará pla vida fora,
até sermos bem velhinhos.

Nunca em nós a dúvida restou, de que,
esse amor, era deveras especial, e o encontro
seguiu seu curso natural.

Que coisa é essa, que umas simples palavras,
trocadas, fez-nos saber, que éramos um para o outro?

Ah, reparem como nosso amor é sincero:
de séculos… de entrega…

Sempre fomos, de nós mesmos… não o sabíamos –
até que, buscando forças, me declararei a ti, meu amor…

Disseste… que, sim!