segunda-feira, 10 de maio de 2010

Soneto às Mães

Quero chegar em casa
e abraçar teu materno
e suave aconchego,
pedir que afagues meus cabelos
e que me faças dormir.

Perdão se te fiz esperar,
agora te farei sorrir,
sei, mãe, tu velas meus caminhos,
não dormes enquanto eu não chego
Eu te olho nos olhos
e como criança digo: te amo!
Apesar das faltas
o que seria de mim, mãe,
sem a graça de tua existência?

Eu sou feliz, minha mãe,
por ser fruto do teu ventre abençoado!
Cuida de mim, sou frágil,
preciso do teu amor.
Muito obrigado, mãe,
por continuar a transmitir
serenidade e harmonia,
no mais profundo de mim.
Luizinho Bastos