quarta-feira, 26 de março de 2008

Mapas, Rastros da Vida

No mapa, papel aberto com rastros de vida,
A mão inquieta acaricia a prece silenciosa.
O vento sopra a trincheira , a barricada ,
Enquanto o ar espalha chama ardorosa .


Os versos alagam ruas com a faminta poesia ,
Frases , palavras esculpem a casa amorosa ,
No mapa, papel aberto com rastros de vida ,
A mão inquieta acaricia a prece silenciosa .


Os sinos , catedrais na melodia fugidia
Nem sempre acompanham os passos ,
Os desencontros, sombras, as perfídias ,
Que desfazem laços , elos do dia a dia ,
No mapa, papel aberto com rastros de vida