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domingo, 28 de novembro de 2010

EXAMINEMOS A NÓS MESMOS

- Qual é o meio prático e mais eficaz para se melhorar nesta vida, e resistir aos arrastamentos do mal?
- Um sábio da antiguidade vos disse:

Conhece-te a ti mesmo.
(Questão no 919 de “O Livro dos Espíritos”)


O dever do espírita-cristão é tornar-se progressivamente melhor.
Útil, assim, verificar de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima.
Espírita que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário.
Testa a paciência própria: - Estás mais calmo, afável e compreensivo?
Inquire as tuas relações na experiência doméstica: - Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa?
Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor?
Observa-te nas manifestações perante os amigos: - Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes?
Reflete em tua capacidade de sacrifício: - Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente?
Pesquisa o próprio desapego: - Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres?
Usas mais intensamente os pronomes “nós”, “nosso”, e “nossa” e menos os determinativos “eu”, “meu” e “minha”?
Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão presentemente mais raros?
Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma?
Dissipaste antigos desafetos e aversões?
Superaste os lapsos crônicos de desatenção e negligência?
Estudas mais profundamente a Doutrina que professas?
Entendes melhor a função da dor?
Ainda cultivas alguma discreta desavença?
Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
Tens orado realmente?
Teus ideais evoluíram?
Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança?
Tens o verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras?
Evangelho é alegria no coração: - Estás, de fato, mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos?
Tudo caminha! Tudo evolui! Confiramos o nosso rendimento individual com o Cristo!
Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor.
Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida.
Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária.
Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o lado de cá, muita vez, já será mais difícil...
Luiz

quarta-feira, 7 de julho de 2010

EXAMINEMOS A NÓS MESMOS

- Qual é o meio prático e mais eficaz para se melhorar nesta vida, e resistir aos arrastamentos do mal?
- Um sábio da antiguidade vos disse:

Conhece-te a ti mesmo.
(Questão no 919 de “O Livro dos Espíritos”)


O dever do espírita-cristão é tornar-se progressivamente melhor.
Útil, assim, verificar de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima.
Espírita que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário.
Testa a paciência própria: - Estás mais calmo, afável e compreensivo?
Inquire as tuas relações na experiência doméstica: - Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa?
Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor?
Observa-te nas manifestações perante os amigos: - Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes?
Reflete em tua capacidade de sacrifício: - Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente?
Pesquisa o próprio desapego: - Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres?
Usas mais intensamente os pronomes “nós”, “nosso”, e “nossa” e menos os determinativos “eu”, “meu” e “minha”?
Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão presentemente mais raros?
Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma?
Dissipaste antigos desafetos e aversões?
Superaste os lapsos crônicos de desatenção e negligência?
Estudas mais profundamente a Doutrina que professas?
Entendes melhor a função da dor?
Ainda cultivas alguma discreta desavença?
Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
Tens orado realmente?
Teus ideais evoluíram?
Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança?
Tens o verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras?
Evangelho é alegria no coração: - Estás, de fato, mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos?
Tudo caminha! Tudo evolui! Confiramos o nosso rendimento individual com o Cristo!
Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor.
Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida.
Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária.
Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o lado de cá, muita vez, já será mais difícil...
Luiz

quinta-feira, 22 de abril de 2010

EM TEMPO ALGUM

Caíra a noite e o viajante pedia socorro a Deus.
Sentia-se doente.
Longa fora a caminhada.
Doía-lhe o corpo.
Estava exausto.
Orando sempre, encontrou árvore acolhedora que lhe pareceu
agasalhante refúgio.
No pé do tronco anoso, grande cova caprichosamente forrada de
raízes era leito ao luar.
- Oh! - suspirou o viajante fatigado - Deus ouviu-me! Afinal o repouso!
Ajoelhou-se e ia estender o manto roto no chão, quando
verdadeira nuvem de maruins surgiu no assalto.
Picadas na cabeça, no rosto, nas mãos, nos pés.
E eram tantos os dardos vivos e volantes em derredor que o
pobre recuou espavorido, para dormir ao relento, entre pedras e
espinheiros da retaguarda.
De corpo dorido, pensava desalentado:
- Tolo que sou de acreditar na oração! Estou sozinho! Nada de Deus!
Na manhã seguinte, porém, retomando a marcha, voltou à árvore
do caminho e, somente aí, reconheceu, admirado, que a grande cova de
que fora obrigado a afastar-se era moradia de vários escorpiões.

Não descreia da prece em tempo algum. E nos casos em que você
encontre empecilhos para possuir o a que mais aspira, guarde, entre
aborrecimentos e provações, a certeza de que, muitas vezes, o que lhe
parece uma situação invejável não passa de ninho enganador, onde se
ocultam os lacraus da morte.

terça-feira, 20 de abril de 2010

REAÇÃO INFANTIL

A mãe zelosa e dedicada leva o pequeno ao banho.
Despe-lhe a roupa.
Mas o petiz começa choramingar.
A jovem mãe procura acalmá-lo, imergindo-o na água pura.
Entretanto, o bebê prossegue incompreensivo.
Desesperado, revolta-se contra a água, contra o frio, contra o sabão
e, ele mesmo, impulsivo, esfrega espuma nos olhos, a debater-se,
esperneante, afogando-se, quase.
Instantes após, a mãe satisfeita enxuga-lhe a pele rosada, com toalha macia.
Ele sorri, depois da crise, e descansa contente, enfim.

Assim tem sido, quase sempre, a nossa reação perante a dor.
Quando aparece a benfeitora divina, choramos, gritamos e esbravejamos
e, não raro, quase nos sufocamos no desespero.

Tudo isso, porém, é reação infantil, descabida e forjada pela nossa
própria inexperiência.
Quando a dor passa, saibamos todos, há sempre em nós a bênção da
purificação e a felicidade da melhoria.

domingo, 11 de abril de 2010

PENSE E FALE NO BEM

A calúnia pesava agora sobre o casal sem filhos.
O esposo, ciumento, sofria a pressão de cartas anônimas e, na
oficina em que trabalhava, um que outro companheiro deitava
murmurações, a envenená-lo pelos ouvidos:
- Ela é máscara simplesmente.
- Não merece respeito.
- Eu a vi numa casa de perversão.
- Fuja dessa mulher.
Nesse dia, o marido sugestionável veio a saber, por um colega
maledicente, que um homem conversava em grande intimidade com ela à
porta dos fundos.
Armou-se o infeliz, deixou o serviço e correu a vê-la, e,
porque não a encontrasse de pronto, em casa, saiu à rua, de ânimo azedo.
Por duas horas, que lhe pareceram longo tempo de agonia
moral, procurou-a, através de ruas e praças, mentalizando quadros de
estarrecer.
Suarento e dementado, voltou ao recanto doméstico. Notando
sinais de que ela voltara, entrou de manso, pé ante pé.
Junto à porta cerrada do aposento, estacou e ouviu, surpreso,
a voz da esposa, a repetir várias vezes: "meu amor", "meu carinho",
"que alegria de te ver", "até que enfim estamos juntos".
Furioso e irresponsável, o operário saca do revólver, vara a
porta e, sem um segundo de meditação, descarrega a arma sobre o leito.
Só depois, tarde, porém, veio a saber de tudo.
A senhora, que em secreto distribuía a caridade, havia saído com seu
velho tio e ganhara um cachorrinho, ao qual afagava, enternecida.

*

Sempre que os seus ouvidos forem chamados a notar supostos
defeitos ou falhas dessa ou daquela pessoa, pense e fale no bem, na
certeza de que o mal, seja ele qual for, não é digno de atenção, nem
traz proveito algum.

OBSERVE OS CONSELHOS

O distinto higienista, depois de examinar pobre homem doente,
falou-lhe com severidade afetuosa:
- Já sei que o senhor é pai de família. É responsável pela
esposa e quatro filhos menores; entretanto, quero adverti-lo. É
preciso que tome mais cuidado na defesa da própria saúde. Calafete as
gretas que haja em sua moradia, contra o assalto dos "barbeiros"
contaminados. Sirva água fervida às crianças. Fiscalize o banheiro,
desinfetando os vasos em serviço. Noto que o senhor não tem preservado
a própria residência. Basta uma observação superficial para que se
veja o que fazem as amebas. Higiene, meu amigo, é preciso higiene em
casa.
- Mas, doutor - replicou o enfermo, quando pode, enfim,
dizer alguma coisa -, nós não temos casa. Moramos, há quatro anos,
debaixo da ponte velha.

*

Aproveite, enquanto é possível, os seus dotes materiais nas tarefas do
bem e verifique os conselhos que você dá. Às vezes, muita gente, a
quem você prega austeramente o heroísmo da virtude, está simplesmente
com necessidade de pão.

segunda-feira, 22 de março de 2010

APARÊNCIAS

Esse senhor vive com aparência impecável.
Cabelos penteados.
Barba feita.
Roupa distinta.
Sapatos lustrosos.
Dinheiro no bolso.
Depósitos bancários.
Estômago saciado.
Vastos conhecimentos.
Residência confortável.
Família constituída.
Ótima situação social.
Aparentemente, mostra Ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Ele é portador de uma fístula em forma de chaga oculta a doer
continuamente.

Esse é o retrato do homem comum.
Aparentemente, mostra Ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Traz a fístula invisível da angústia em forma de chaga mental,
entre a dúvida e o desespero a fustigar-lhe o espírito continuamente.
É um enfermo difícil.
E pouco lhe adianta a boa aparência, com a alma atribulada.
Mudem-se regimes políticos, alterem-se as condições de
existência, conquistem-se novos planetas da Imensidade, transformem-se
os estados de conforto passageiro. Ainda assim, a renovação exterior
nada vale se a alma, em si, usando as ferramentas da vontade, não se
dispõe a melhorar a si mesma.

Medite essa verdade e atenda à própria transformação moral para
o bem, desde os mínimos atos de cada dia, para que a insaciedade e a
inquietação não se façam pragas destruidoras de sua vida.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

ORAÇÃO DA PRESENÇA

Que jamais, em tempo algum o teu coração acalente o ódio
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida
Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em
cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz
Que em cada amigo o teu coração faça festa e celebre o encanto da
amizade profunda que liga as almas afins.
Que em teus momentos de solidão e cansaço esteja sempre presente
em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma,
Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade
consciente, para que tu percebas a ternura invisível tocando o centro
Que um suave acalanto te acompanhe, e por onde quer que o Imanente
Invisível leve o teu viver.
A PRESENÇA SECRETA DO INEFÁVEL!
Que os teus pensamentos, os teus amores, o teu viver, e a tua
passagem pela vida sejam sempre abençoados por aquele Amor que não se
explica, só se sente.
Que esse Amor seja o teu acalanto secreto, viajando eternamente no
centro do teu ser.
Que esse Amor transforme os teus dramas em luz a tua tristeza em
celebração,e os teus passos cansados em alegres passos de dança
renovadora.


(Esses escritos são dedicados a todos aqueles que trabalham por
climas melhores na existência, mesmo em meio a diversos problemas.
Essas pessoas que ainda insistem em ser dignas, criativas, generosas
e confiantes na luz da PRESENÇA que guia internamente os seus passos.
Essas pessoas brilhantes que raramente são notadas pela
mediocridade alheia, mas que são bem conhecidas do Espírito Supremo, o
verdadeiro Senhor de suas vidas e o único conhecedor do que se passa
dentro delas.)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

ALGUNS SEGUNDOS

O caminheiro solitário seguia, com fome, à margem do rio.
Nervoso e impaciente, ia censurando a tudo e a todos, por
achar-se em penúria.
Caminhava devagar, quando viu algo na estrada chamando-lhe a atenção.
Uma cédula!
Abaixou-se e colheu o achado.
Uma nota de mil cruzeiros, enrolada e manchada.
Contudo, para surpresa sua, era a metade da cédula, que, apesar
de nova, fora inexplicavelmente cortada.
Ainda mais irritado, amarfanhou o papel valioso e atirou-o à
correnteza do rio, blasfemando.
Deu mais alguns passos à frente, seguindo pela mesma estrada,
quando surpreendeu outro fragmento de papel no solo.
Inclinou-se, de novo, e apanhou-o.
Era a outra metade da cédula que, enervado e contrafeito, havia
projetado nas águas.
O vento separara as duas partes; ele, porém, não tivera a
paciência de esperar alguns segundos, apenas.

Há sempre socorro às nossas necessidades.
No entanto, até para receber o auxílio da Divina Bondade,
ninguém prescinde da calma e da paciência.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O Poder da Prece

Podemos ser tentados a encolher os ombros ante os poderes do mal.
Como vencer a tentação? Que a fé se manifeste em nós.

Precisamos ver as lições do Cristo em todas as circunstâncias.
Crescemos no amor de Jesus, vivendo pela fé, cada dia que passa. O
discípulo propõe e o Mestre dispõe.

Muitas pessoas consomem suas vidas sempre aflitas e enraivecidas
diante de qualquer ninharia. Dão a impressão de viver no egoísmo e na
crueldade, em constante insatisfação.

Como podemos evitar essa falha? Primeiro, é preciso mudar a atitude
de auto-lamentação para a de coragem e luta. Além disso, temos de nos
vacinar contra o medo.

O poder da prece é a nossa força. Alguns dos seus frutos são a paz,
a esperança, a alegria, o amor e a coragem.

Confiamos em Jesus. Por conseguinte, porque não buscá-lo sempre
para aquilo de que necessitamos?

Ele disse: "O reino de Deus está em vós". Nunca nos deveríamos
esquecer dos propósitos divinos e da orientação divina.

Cada alma tem seu próprio crédito. A fé se revela nos atos. Quando
o homem ajuda a alguém em nome do Cristo responde a esse homem,
ajudando-o por meio de alguém.

No entanto, temos de orar sempre. Não devemos subestimar o valor da
nossa comunicação com Deus.

Teremos de atravessar épocas difíceis? Estamos deprimidos?
Continuemos a orar.

A prece é a luz e orientação em nossos próprios pensamentos.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

O MINUTO

A conduta indica a orientação espiritual da criatura.

Surge o ideal realizado, consoante o esforço de cada um.

Amplia-se o ensino, conforme a aplicação do estudante.

Eternidade não significa inércia, mas dinamismo incessante.

O caminho é infinito.

Quem estabelece a rota da viagem é o viajor.

Continua, pois, em marcha perseverante, gastando sensatamente o tesouro dos dias.

Em sessenta segundos, a lágrima pode transformar-se em sorriso, a revolta em resignação e o ódio em amor.

Nessa mínima parcela da hora, liberta-se o espírito do corpo humano, a flor desabrocha, o fruto maduro cai da árvore e a semente inicia a germinação da energia latente.

Analisa o que fazes de tão valiosa partícula de tempo.

Num só momento, o coração escolhe roteiro para o caminho.

Com o Evangelho na consciência, o lazer é tão-somente renovação de serviço sem mudança de rumo.

Não desprezes o tempo, em circunstância alguma, pois quem espera a felicidade se esmera em construí-la.

A hora perdida é lapso irreparável.

Dominar o relógio é coordenar os sucessos da vida.

Nos domínios do tempo, controlamos a hora ou somos ignorados por ela.

Por isso, quanto mais a alma se eleva em conhecimento, mais governa os próprios horários.

Lembra-te de que as edificações mais expressivas são formadas por agentes minúsculos e de que o século existe em função dos minutos.

Não faz melhor quem faz mais depressa, mas sim quem faz com segurança e disciplina, articulando ordenadamente os próprios instantes.

Observa os celeiros de auxílio de que dispões e não hesites.

Distribui os frutos da inteligência.

Colabora nas tarefas edificantes.

Estende a solidariedade a benefício de todos.

Fortalece o ânimo dos companheiros.

Não te canses de ajudar para que se efetue o melhor.

O manancial do bem não tem fundo.

A paz coroa o serviço.

E quem realmente aproveita o minuto constrói caminho reto para a conquista da vitória na Divina Imortalidade.