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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

RUMO A ANGELITUDE

Nos termos da Doutrina Espírita, do demônio nasce o homem e do homem nasce o anjo.

Estamos todos no rumo da angelitude.

Nossa humanidade (nossa natureza humana) caracteriza-se pela imperfeição, pelo predomínio dos instintos, pelos resíduos da animalidade ainda atuantes em nossa constituição psicossomática.

Mas esses resíduos vão sendo eliminados na lapidação das vidas sucessivas.

E como somos conscientes do processo de lapidação a que estamos sujeitos, podemos e devemos ajudar esse processo.
Basta um olhar atento ao nosso redor para verificarmos a realidade dessa concepção.

As criaturas humanas estão dispostas numa escala progressiva que vai do bandido ao santo.

O malfeitor de hoje será o cidadão honesto do futuro.

E este, por sua vez, será o santo de amanhã, dependendo esse amanhã, em grande parte, do esforço evolutivo do interessado. Porque o ser consciente apressa ou retarda a sua própria evolução.
O chamado para o serviço do bem é a oportunidade que Deus oferece à criatura imperfeita para acelerar a sua caminhada rumo à perfeição.

Quem não aproveita a oportunidade divina, apegando-se por comodismo ou displicência aos seus defeitos, desculpando-se com as imperfeições naturais que ainda carrega, furta-se ao cumprimento do dever espiritual.

Mas as leis da evolução não o deixarão parado por muito tempo.

Por isso ensinou Jesus: "Quem se apegar à sua vida perdê-la-á, mas quem a perder por amor a mim salvá-la-á".
O comodista será sacudido e alijado do seu comodismo, mais hoje, mais amanhã, pela vergasta da dor.

O sofrimento é tão grande na Terra porque maior é o comodismo dos homens.

A seara continua imensa e os trabalhadores ainda são tão poucos!

Não somos anjos para ser perfeitos e puros, mas trazemos em nós as potencialidades da angelitude.

Se não acelerarmos a nossa lapidação pelo serviço, o lapidário oculto - e que está oculto em nós mesmos - agirá como convém para completar a sua obra.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

RUMO A ANGELITUDE

Nos termos da Doutrina Espírita, do demônio nasce o homem e do homem nasce o anjo.

Estamos todos no rumo da angelitude.

Nossa humanidade (nossa natureza humana) caracteriza-se pela imperfeição, pelo predomínio dos instintos, pelos resíduos da animalidade ainda atuantes em nossa constituição psicossomática.

Mas esses resíduos vão sendo eliminados na lapidação das vidas sucessivas.

E como somos conscientes do processo de lapidação a que estamos sujeitos, podemos e devemos ajudar esse processo.
Basta um olhar atento ao nosso redor para verificarmos a realidade dessa concepção.

As criaturas humanas estão dispostas numa escala progressiva que vai do bandido ao santo.

O malfeitor de hoje será o cidadão honesto do futuro.

E este, por sua vez, será o santo de amanhã, dependendo esse amanhã, em grande parte, do esforço evolutivo do interessado. Porque o ser consciente apressa ou retarda a sua própria evolução.
O chamado para o serviço do bem é a oportunidade que Deus oferece à criatura imperfeita para acelerar a sua caminhada rumo à perfeição.

Quem não aproveita a oportunidade divina, apegando-se por comodismo ou displicência aos seus defeitos, desculpando-se com as imperfeições naturais que ainda carrega, furta-se ao cumprimento do dever espiritual.

Mas as leis da evolução não o deixarão parado por muito tempo.

Por isso ensinou Jesus: "Quem se apegar à sua vida perdê-la-á, mas quem a perder por amor a mim salvá-la-á".
O comodista será sacudido e alijado do seu comodismo, mais hoje, mais amanhã, pela vergasta da dor.

O sofrimento é tão grande na Terra porque maior é o comodismo dos homens.

A seara continua imensa e os trabalhadores ainda são tão poucos!

Não somos anjos para ser perfeitos e puros, mas trazemos em nós as potencialidades da angelitude.

Se não acelerarmos a nossa lapidação pelo serviço, o lapidário oculto - e que está oculto em nós mesmos - agirá como convém para completar a sua obra.

terça-feira, 13 de abril de 2010

PAZ ÍNTIMA

A confiança em Deus e em ti mesmo; A consciência tranqüila; O tempo ocupado no melhor a fazer; A palavra construtiva; A oração com trabalho; A esperança em serviço; A paciência operosa; A opinião desapaixonada; A benção da compreensão. A participação no progresso de todos; A atitude compassiva; A verdade iluminada de amor; O esquecimento do mal; A fidelidade aos compromissos assumidos; O perdão incondicional das ofensas; O devotamento ao estudo; O gesto da simpatia; O sorriso de encorajamento; O auxílio espontâneo ao próximo; A simplicidade nos hábitos; O espírito de renovação; O culto da tolerância; A coragem de olvidar-se para servir; A perseverança no bem. Conservemos semelhantes traços pessoais, na experiência do dia a dia... ... e adquiriremos a ciência da paz íntima com o privilégio de encontrar a felicidade pelo trabalho, no clima do amor.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O VALOR DO AUXÍLIO

O valor do auxílio não está na intenção do pedinte, mas
na intenção do doador.
Quem trabalha no bem deve dar sem olhar a quem.
Ante a Vida Maior, como ensina Albino Teixeira, o que vale
é o que fazemos em favor do bem.
Se os que nos procuram trazem o coração envenenado, a mente
cheia de suspeitas injustas e o ardil nos lábios, é evidente
que são os mais necessitados.
Pois pode haver maior necessidade do que aquela
que ignora a si mesma?