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domingo, 16 de novembro de 2008

Meu Último Poema

Cantei o amor a beleza a alegria e sonhos

Até a infância cantei mas o amor

Abandonando-me lentamente

Tornou-se cada dia mais ausente...



Os sonhos como estrelas ao amanhecer

Um a um foram apagando-se

A beleza outrora refletida em espelhos reluzentes

Foi cedendo lugar a espectros temíveis e deprimentes...



A alegria vivida em sorrisos plenos

Calou-se em seu silêncio
Em meus poemas falei de lembranças vivas

De minha infância que a juventude descuidada

Foi deixando para trás!



A estrutura forte de meus ossos nervos

Cartilagens e a carne rija de meu corpo

Perdendo a consistência

Relaxou em formas flácidas e macilentas!



Cansada de cantar a vida em forma de poemas

Na hora da despedida junto ao meu adeus

Meu canto cessou

Meu último poema a vida levou...!

sábado, 25 de outubro de 2008

Poderosa

Poderosa faço ver-te apenas quem és

Acenos de loucuras santas tu aceitas por quê

Para te mostrares compadecido de quem do quê...?



Incomodam-te os acertos de teus erros

Saibas que são eles apenas mostras

Do outro lado de tua face!



Chamo-te fraco sim

Por não decidires nada por ti mesmo

Como ousas dizer que vislumbras máscara

Em meu rosto?



Poderosa não me oculto

Sei o que é sensato e belo

Cuides apenas de tua vida cumpras sempre os teus deveres

Porque minha missão neste mundo é tornar-me teu espelho!



Poderosa jamais te apontarei fraquezas

Sou nobre muito além das letras

Leias meus versos e comprovarás

A altura de minha nobreza!



Não dito palavras à revelia

Jamais eu julgaria uma alma doente

Ou revoltada contra sua pròpria sorte!



Sei que desejas ver minhas lágrimas marejarem meus olhos

Porém tu não as verá rolarem pelas minhas faces!

Minha verdade é lutar pela liberdade

De tua mente doente!



Farei de ti um nobre transcenderás teus ancestrais

E à tua criação abominável

Sem amor sem ideal sem alegria sem vida

Sem vaidade...!

sábado, 18 de outubro de 2008

Liberta-te

Amor não entregues aos vendavais o teu cantar
Em sua fúria talvez eles passem sem me notar
Canta somente ao meu ouvido
Em suave harmonia um canto de amor de alegria
Jamais de nostalgia!

Solta-te livra-te liberta-te
Olha-me com ousadia
Provoca-me e seduza-me com galhardia!

Seja insensato e sem juízo
Não deposites teus instintos nas ondas do mar
Porque talvez não os consiga salvar!

Olha dentro dos meus olhos
Sinta a promessa do meu olhar
Dos meus desejos alucinados

Mude seus passos desenterre-os do chão
Levanta-te das sombras da solidão
Voa ligeiro para meus braços
Descansa teu corpo cansado em meu regaço!

Sonhar comigo pra quê
Se sou eu a realidade dos teus sonhos
Se minha boca espera teu beijo
E o meu corpo os teus abraços!?

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Saudade De Um Amor

Sinto-me cristalizada

Meu amor me deixou sem derramar uma lágrima

Cheguei a vislumbrar uma pontinha de contentamento

E um leve soriso em seus lábios!



Certamente perdeu o desejo que lhe arrebatava

Talvez eu lhe tenha feito feliz demais

Não acreditou em tanto amor

Sentiu medo da felicidade!



Chamava-me minha querida amor da minha vida

Minha deusa poderosa minha rainha

Onde foi parar tão grande amor

Decerto trocou-me por outras queridas

Outros amores outras deusas outras rainhas

Outras mulheres poderosas!



Será que a elas entregou

Tudo o que um dia foi meu

Ah mulher mais bela mais suave

Mais meiga e doce do que eu

Jamais ele encontrará!



Amei-o a cada dia a cada noite a cada madrugada

Em vigília cuidava do seu sono e sonhos

Adorava sua nudez entre os lençóis amassados!



Ah saudade louca que me arrebata

Leva-me ao céu e em seguida ao inferno

Eu sorrio gargalho e choro de saudade!



O que faço agora na cama fria

Sem o calor do teu corpo e de teus abraços

Se ainda me lembro do teu sorriso alegre e meigo

Ao vê-la arrepiar-se a teus toques amorosos!



Que saudade do teu corpo perfumado

Molhado de suor prazeroso

Saudade dos teus beijos perdendo-se em minha boca!



A que deusas e a que mulheres poderosas

Neste momento ele faz as mesmas juras

E as mesmas trocas?



Se não fosse o orgulho a me matar de pejo

Eu sairia a sua procura pedindo sua volta

Porque sem ele

Eu me sinto morta...!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Pensamentos

Ah que maravilha seria a vida

Se encontrássemos uma ponte florida

Que nos levasse ao caminho do imponderável!



Se aquietássemos pensamentos e desejos

Que giram e voam no campo íntimo

Entre alma e coração!



Sei de minha incoerência

Ao pensar em destruir este elo imaginário

E separar a alma do coração...



Por que este anseio me escraviza
Se na alma sinto a paz que me acalenta

Enquanto o calor do coração me abrasa

E não aceita amar em pensamentos!



Se as almas realmente se entendessem
Eu deixaria ao ser amado
Escrito no livro de visitas do coração
Mensagens registradas em forma de versos amorosos

Traduzidos para o idioma universal!



Não importaria a idade cronológica do idioma

Se arcaico ou moderno
Nem necessária seria à perfeição da fala!



Bastariam quatro palavras brotando

Em nosso âmago dizendo

Eu te amo amor!



Ah céu apague a luz da lua

Das estrelas cale a voz do vento

Na infinitude do som do silêncio!



Faça nosso amor crescer a cada momento
Faça-nos esquecer a distância de nossos corpos,

Passarmos por cima das palavras

E continuar nos entendendo!



O amor verdadeiro dá asas aos pensamentos

Deixa-os voar livremente liberta-os da dor do cativeiro

Que os leva à morte!



Faze de nosso amor uma ponte florida

Que nos ligue como elos resistentes

E nos unifique em amor e radiosa luz que jamais se apague!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Ser Teu Anjo

Ser teu anjo voltar ao tempo da inocência
Reciclar meus sonhos sonhar bonito
Esquecer o que eu vivi depois da infância

E com saudade a ela retornar...

Sei a quem amar novamente de maneira absoluta
Não me esquivarei do teu olhar
Darei a entender que te quero para par!

Expor-me-hei a ti para que não tateies

Na escuridão me procurando
Minha alma fluirá e derramará minha

Essência em teu suave coração
Para que a entendas e a ames
Se assim o desejar!

Vem...
Quero que me conheças inteiramente
Livre das máscaras que ocultam minhas verdades

E maldades pertinente a qualquer criança
Quero que conheças minhas mágoas

Tédio frustrações medos

Desilusões desesperanças!

Depois de fazer-te ver minha triste realidade

Voltarei a ser a menina feliz sapeca pés descalços

Despenteada mas perfumada como as manhãs de primavera!

Tentarei subir cair subir novamente e depois descer

Escorregando agarrada aos troncos das árvores

Plantadas por meu avô
Saudosas e frondosas mangueiras

Pessegueiros abacateiros laranjeiras

Pés de amoras pretas!

Descerei feliz das amoreiras às gargalhadas

Lambuzada do rosto aos pés

Sempre atrás dos meus dois irmãos mais velhos!

Entrarei no tanque enorme cimento bruto

Contornado por pessegueiros floridos
E meus irmãos sempre me vigiando
Acompanhados pelo sorriso

E o doce olhar de minha mãe!

Feliz em meu silêncio a ouvir o canto dos sabiás
E dos bem-te-vis
Sentirei novamente o perfume de todas as flores do jardim!

Tornarei a brincar de ser anjo

Atravessarei por entre a fumaça desprendida do mato

E das folhas secas queimadas

Como se fossem nuvens onde eu imaginava

Ser a morada dos anjos!


Lembrarei das poesias que eu declama

Nas festinhas da igreja e da escola!


Ah não deixarei esta lágrima rolar
Mas lembrarei eternamente
Da viagem sem volta do meu irmão mais velho!


Sei que o plano onde ele hoje habita
Será nosso ponto de reencontro

Neste instante em pensamento
Juntar-me-hei literalmente a ele e ao meu outro irmão

Para reviver e sentir a alegria dos folguedos

De nosso ontem!


Eu era a caçulinha,o brinquedinho preferido

Em suas mãos por isso eu sempre levava a pior!

Tentarei mais uma vez voltar a andar

E mais que andar não cair dos patins enormes

Dos meus irmãos!

Enfrentarei a altura das pernas de pau de madeira bruta

Tentarei equilibrar-me e quem sabe delas não cair
Aventura que nunca consegui!

Empinarei pipa jogarei botão colecionarei figurinhas
De jogadores de futebol
Jogarei bola novamente e tornarei a ser como sempre
O João Bobo da história!

Eu chorava e eles riam da tola brincadeira
Na qual nunca me deixaram agarrar uma bola
Hoje sinto saudade até do choro que me faziam chorar!

Esta serei eu ao pé da letra
A menina que nunca deveria ter mudado
Se alguém me quiser assim
Pode vir a meu encontro
Estarei à espera de todos

No campo dos meus sonhos...!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Voltar À Vida

Nas vagas revoltas navego sem rumo
Pelos mares afora
Terei perdido o juízo?



Meu canto à loucura a quem devo cantar

Para ti senhor das águas

Para mim ou ao amor

Que deixei ficar no porto?



Senhor das águas por que me convidaste

Para singrar os mares sabendo que não comungo

Com os ventos de Agosto?



Perdi-me na escuridão da noite

Nas profundezas abissais

Na inconsciência dos meus sonhos

Oh deuses venham em meu socorro!



Desejo voltar à vida erguer a cabeça

Volver o olhar aos céus

Ver novamente a beleza das cores

Voltar a sentir o calor do sol

E a vida ao meu encontro!



Ver a lua acender a escuridão da noite

Convidar estrelas para orientar nossa nau

Até ancorarmos em algum porto seguro!



Fechar os olhos esquecer o medo

Viver a ilusão do mundo

Através da magia de meus sonhos!



Agora fazer o quê

Como voltar desta loucura consumada

Se tu senhor dos mares da vida não quer mais nada

Por que não tomei firme em minhas mãos

O leme a bússola e a carta de navegação

Para me orientar na imensidão de tanta água?



Por que confiei em ti senhor dos mares

Se hoje estás ultrapassado

E só pensas em teu repouso

Responda-me se estamos mesmo à deriva

Sem chance alguma de ancorar em qualquer porto?



Ah como eu desejaria me redimir do pecado de considerar-te

O grande deus dos mares

Se eu tivesse uma só chance à nova escolha

Não daria ouvido às tuas histórias ultrapassadas!



Esqueceria o bramir das vagas dos mares revoltos

Jamais esperaria a calmaria

Para levar-me de volta ao porto!



Ah amor querido choro doridas lágrimas

Com saudade do teu rosto

Se eu pudesse fazer do ódio que senti de mim

Ao te deixar no cais

Transformaria àquele ódio em sinfonia de amor

E só para ti eu cantaria a canção dos anjos!

sábado, 13 de setembro de 2008

Que Amor é Este

Que amor é este que nos leva à loucura

E nos deprava santamente

Que amor é este que trabalha em sintonia
Levando-nos ao paraíso no momento de nossa euforia!


Que amor é este que nos desnuda a alma tão naturalmente
Fazendo-nos provar o amor que vibra

Em cada pedacinho de nosso ser

Como se fossem chamas
Alastrando-se rapidamente!



Gosto quando me pedes para que eu seja tua
Gosto sim de ser escandalosamente tua
A entrega excita-me ao expor-me para ti inteiramente!



Que amor é este que me faz pedir sem nenhum pudor
Que coloques tuas pernas entre as minhas

Tanto o desejo de sentir teu corpo!



Sinto-o meu homem

O homem da minha vida
O homem que realiza os meus sonhos de amor

O homem que quer me ver feliz em todos os sentidos!


Sinto-me etérea em teus braços
Sem perder a força humana do desejo
Que me devora e leva-me a te pedir
Que faça de mim o que quiseres

Porque de ti quero ser tudo!

Sinto que me amas de paixão

Como brasa acesa que não se apaga
Percebo que te inflamas

E ultrapassas as raias de teus desejos!



Quando estamos no auge do amor

Tu me pedes que eu te satisfaça e te leve a fluir

Até o momento da explosão natural e inevitável do santo amor!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

O Cantar das Águas

Ah se eu pudesse deixar tudo para trás

Não crer em fantasias

Não amar sem ter certeza de ser amada

Esquecer sonhos impossíveis

Não esperar nada acontecer

Deixar apenas como um rio

A vida lentamente correr!



Fiz-me surda ante a frieza de tua voz

Quantas vezes eu me fiz cega e muda

Não me esvaí em lágrimas

Para não dilacerar meu próprio coração

Jamais alcancei ou desvendei

O enigma do teu âmago ou da tua alma!



Sempre guardaste os teus segredos

E te fechaste em conchas

Nunca os compartilhaste comigo

Eu que me doei de corpo e alma para te sentir feliz!



Homem frio que apenas simulava amor por mim

Minha alma refletia um imenso brilho por onde vagava

Iluminando os campos nas frias madrugadas

Enquanto o luar dormitava

Eu não sentia meu corpo nem discernia

Se ele corria ou voava!



Ao amanhecer ouvia o cantar das águas

Saudando o sol e a vida

E eu desesperada continuava correr e voar

Atrás do tempo

Meu canto nostálgico não saudava nada!



Meus pés desgovernados como o vento

Voavam para longe do cantar das águas

A cada passo largo que eu mudava

Tocando a água brutalmente

Tanto o desejo de transmutar meus sonhos

Sentir-me solta a voar no espaço

Sem ter ninguém por testemunha!



Continuar minha viagem astral era o que eu mais desejava

Não pensar não lembrar de voltar

Ao meu ninho vazio frio triste isento de carinho e felicidade!



De repente um clarão iluminou o céu

Ouvi uma voz angelical sussurrar-me ao ouvido

Dizendo...

Menina crê em tuas fantasias em teus sonhos

E torna a amar a vida!



As águas dos rios das cachoeiras riachos e fontes

Calaram seu canto

A natureza pede que eu não deixe de ouvir o cantar das águas

Por ser triste demais

Cantar para ninguém

Cantar para o nada!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Ah... O Tango...

Que vontade de te abraçar

E sairmos dançando ao embalo do tango

Nos apertando nos olhando

Sentindo o encanto de um amor passional

Além de muito louco...



Receber e dar-te uma rosa com amor

Sentir o perfume da flor em teu corpo

Corpo que roço que aperto que sorvo...



Corpo que aspiro e respiro pra sentir teu cheiro

Teu sabor de homem que me consome me abate

E me faz nascer de novo...



Quero entregar-me deixar-me conduzir

Ao som do tango mágico em teus braços fortes

Viver alucinações de desejos acumulados

Mal resolvidos através do tempo!



Fazer a vida explodir em cada parte do meu ser

Agigantar-me e não esconder meus desejos

Diante de ti!



Oferecer-me inteira e rir

Ante a inveja dos anjos mal amados

E de todos os demônios!



Dominada pela fúria do amor carnal

A que me exponho

A ponto de esquecer a inveja dos tais anjos

Dos demônios e até mesmo esquecer de mim!



Na hora do gozo que eu esteja liberta

De todos os meus medos

De todos meus pecados

De todas minhas crenças

Descrenças desavenças

E de tudo o que mais odeio em mim!



Quero ser tua das formas

Mais inconcebíveis que existir

Sentir-te plenamente e fazer com que sintas

Tudo o que há de bom e o que há de mau em mim...!

terça-feira, 24 de junho de 2008

O Som Do Meu Silêncio

Ouço o som do silêncio o som da noite

O som do mar o som do vento

Olhar sonhador olhos de não querer ver

Mas sentir em meu silêncio a paz dos meus pensamentos!





Em nada penso divago em lembranças

Que restaram de um amor consumido pelo tempo

Ah que saudade dos dias felizes

Quando não pensávamos em ruído nem em silêncio

Lembro do rumor da nossa euforia

De nossos corpos e almas vibrando de alegria...





Hoje eu definho lentamente

Nada vejo nada sinto

Não desejo nada além de tua volta

De tua companhia

De nossas vidas novamente em harmonia!





Jamais pensávamos que o rolar dos dias

Fenecessem com a monotonia da rotina

E se transformassem em lenta agonia!





O amor transcenderá o caos de nossas vidas vazias

Prisioneiras de um passado que não passa

De um passado à espera de um novo dia

Dos olhos brotará o pranto de alegria

E da saudade o despertar do amor antigo...





Vem volta para mim

Estou a tua espera no som do meu silêncio
Do vibrar dos soluços do meu pranto

Por favor...

Não te esqueças!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Voltar à Vida...

Posêidon...

Terei perdido o juízo

Nas vagas revoltas navego sem rumo

Pelos teus mares seguindo!



Meu canto à loucura a quem canto

Para ti o senhor das águas

Para mim ou ao amor

Que deixei ficar no porto?



Posêidon por que me convidaste

Para singrar os mares

Sabendo que não comungo com ele

Nem com os ventos de Agosto!



Perdi-me na escuridão da noite

Nas profundezas abissais

Na inconsciência dos meus sonhos

Oh deuses venham em meu socorro!



Desejo levantar a cabeça

Volver o olhar aos céus

Ver novamente a beleza das cores

Voltar a sentir o calor do sol

E a vida vir a meu encontro!



Ver o clarão da lua

Acender a escuridão da noite

Convidar estrelas para orientar nossa nau

Até ancorarmos em algum porto seguro...



Fechar os olhos esquecer o medo

Viver a ilusão do mundo

Através da magia de meus sonhos!



Agora fazer o quê

Como voltar desta loucura consumada

Se tu Posêidon não quer mais nada

Por que não tomei de tuas mãos o leme

A bússola e cartas de navegação

Para tentar orientar-me?



Por que confiei em ti Senhor das águas

Se hoje estás ultrapassado

E só pensas em teu repouso

Posêidon responda-me

Estamos mesmo à deriva

Sem chances de ancorar

Em qualquer porto?



Ah como eu desejaria me redimir

Do pecado de considerar-te

O grande deus dos mares

Se eu tivesse direito à nova escolha

Não daria ouvido as tuas histórias!





Esqueceria o bramir das vagas

Dos mares revoltos

Jamais esperaria a calmaria

Para me levar de volta ao poro!



Ah meu amor querido

Choro tristes lágrimas

Com saudade do teu rosto!



Se eu pudesse fazer do ódio

Que senti de mim ao te deixar no cais

Eu o transformaria em linda sinfonia

E só para ti eu cantaria...

A canção do meu amor...!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

A Medida do Amor

O amor não tem medida

Não sabemos porque amamos

Amamos de um jeito muito crédulo

Ou então totalmente céptico!



Quanto mais amamos

Menos medimos o tanto

Por achá-lo sempre pouco!



Se de amar sem saber quanto

Vivo sonhando rindo sofrendo e chorando

Talvez não sofresse tanto

Se não quisesse saber

A medida exata do teu amor por mim!



O amor me entorta a cabeça

Ata-me em nós nunca em suaves laços

E meu corpo muito bobo vibra ao senti-lo a meu lado...!



Para não sofrer pensando

Nem morrer acreditando

Se disseres sem pejo que me amas pra valer

Não me importaria saber

A medida exata do teu amor por mim!