Mostrar mensagens com a etiqueta David Niven. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta David Niven. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de dezembro de 2007

ACEITE-SE TAL COMO VOCÊ É, INCONDICIONALMENTE

Você não é do tamanho da sua conta bancária,
o bairro onde mora, a roupa que usa
ou o tipo de trabalho que faz.
Você é, como todo mundo,
uma mistura extremamente completa
de capacidades e limitações.

GOSTE DAQUILO QUE VOCÊ TEM
Valorizar o que se tem – em vez de lastimar-se
pelo que não se tem ou não se pode ter
– leva a uma felicidade maior.

COMPREENDA QUE A SATISFAÇÃO COMPLETA NÃO EXISTE
Se você acha que é possível ter uma vida perfeita,
viverá em eterna frustração.
Altos e baixos, alegria e tristeza,
entusiasmo e decepção são partes integrantes da existência.
Lute sempre para melhorar e alegre-se com suas conquistas.

OS ACONTECIMENTOS SÃO TEMPORÁRIOS
O tempo realmente cura tudo.
Nossas decepções são importantes e sérias,
mas a tristeza passa
e a vida nos leva por novos caminhos.
Dê tempo ao tempo.

NÃO SE ESQUEÇA DE SE DIVERTIR
Reserve, todos os dias,
algum tempo para se divertir, dizer bobagens, rir...

ABRA-SE PARA NOVAS IDÉIAS
Nunca pare de aprender e se adaptar.
O mundo está sempre mudando.

NÃO DEIXE SUA VIDA GIRAR EM TORNO DE UMA COISA SÓ
A vida é feita de muitas facetas diferentes.
A obsessão por alguma coisa nos torna incapaz de usufruir
outras e nos faz perder oportunidades de beleza e alegria.

PRESTE ATENÇÃO. VOCÊ TALVEZ TENHA O QUE DESEJA
A tendência humana é sempre querer mais.
Por isso é tão importante nos darmos conta
do que temos e do que conseguimos alcançar durante a vida.

TENHA UMA BOA NOITE DE SONO
Não economize sono.
As pessoas descansadas sentem que trabalham melhor
e chegam mais dispostas ao fim do dia.

sábado, 24 de novembro de 2007

O que isso tudo quer dizer? Você decide

O seu futuro – o modo como você se sente em relação a ele, a si mesmo e a tudo o mais – é decorrente das decisões que você toma, das prioridades que você define e da perspectiva que você adota em relação às coisas.

Há muitas questões sem resposta que nos atormentam, um século após outro. Por que estamos aqui? O que devemos fazer? Para que serve isso tudo? As respostas a essas perguntas são difíceis de conseguir porque a verdade não está nas outras pessoas, mas em nós mesmos. A vida é um dom, e quando a recebemos ganhamos também a oportunidade de decidir o que fazer com ela. O caminho e o objetivo da sua vida serão traçados em um mapa criado por você.

Em um estudo que acompanhou as realizações de mais de cem adultos durante um período de dois anos descobriu-se que o efeito dos acontecimentos "bons" ou "ruins" dissipava-se rapidamente. Isto é, a felicidade das pessoas não dependia da soma de acontecimentos, mas daquilo que elas faziam com esses acontecimentos

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Diga "não tem importância"

Um antigo colega de escola é mais rico, mais bonito e mais esperto do que todos os outros. Isso afeta a sua felicidade? Não deveria. Aquilo que nos realiza e que nos traz satisfação no dia-a-dia é que realmente constitui a nossa felicidade. Não perca isso de vista, mesmo ante o sucesso e a riqueza dos outros.

Dois amigos de infância, Ken e Alan, escolheram carreiras diferentes. Alan é assistente social e ajuda a resolver conflitos familiares. Ken presta consultoria na área de informática, tem sua própria empresa e é riquíssimo.

Alan adorava seu trabalho e sentia-se muito bem pensando no efeito que causava nas famílias com que trabalhava. Mas, vendo Ken nos noticiários e colunas sociais – matérias de jornais sobre o sucesso de sua empresa e sua fortuna crescente –, Alan começou a se questionar acerca de suas escolhas. Por que ele não tinha o mesmo sucesso de Ken?

A verdade é que Alan não queria o sucesso de Ken. Se quisesse, teria tomado outro rumo em vez de seguir sua vocação. É claro que, em uma sociedade que mede o valor das pessoas pela riqueza e fama, é difícil ficar imune ao destaque dos outros. Justamente por isso, é preciso tomar consciência de que o que realmente importa é seguir seu movimento interior e realizar da melhor maneira possível sua vocação. Alan nunca desejara dedicar sua vida a uma empresa, e o que ganhava como assistente social era suficiente para suprir suas necessidades. Ele sentia um gosto enorme em ajudar as pessoas, e era isso o que fazia. Sua inveja da vida de Ken dissipou-se quando ele pensou nos rostos sorridentes das famílias que ajudava todos os dias.

Às vezes olhamos para o que as outras pessoas têm e queremos tê-lo também em vez de pensar naquilo que realmente nos motiva, que realmente queremos e de que precisamos. Não se compare com os outros, faça o melhor que estiver ao seu alcance, procurando sempre progredir.

Descobriu-se que a satisfação na vida está relacionada às experiências com a família e os amigos – aqueles que participam regularmente da nossa vida – e não tem relação com as pessoas com quem temos contatos breves ou irregulares

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Desenvolva uma rotina doméstica

Muitas vezes nós nos sentimos sobrecarregados pela quantidade e diversidade das tarefas rotineiras. Precisamos limpar a cozinha, arrumar os armários, botar roupa para lavar, passar o aspirador na sala, levar o filho à escola, fazer compras no supermercado, preparar o jantar... Ficamos zonzos, sem saber direito por onde começar, correndo o risco de esquecer alguma coisa.

Faça o seguinte: coloque por escrito todas as suas atividades e elabore um roteiro razoável com aquilo que é possível realizar a cada dia. Fica tudo muito mais nítido e, em vez de as atividades tomarem conta de você, é você quem passará a controlá-las.

Ernie é professor. Ele freqüentemente diz a seus alunos que, embora adore ensinar, há um lado seu que gostaria de ser construtor. Por que, perguntam eles? Porque os construtores têm que fazer as coisas de forma organizada, dando um passo de cada vez. Eles começam colocando as fundações, em seguida erguem as paredes, o teto, o piso. Não só existe ordem, como também fica mais fácil avaliar o progresso da obra. A qualquer hora podem ver imediatamente o que já realizaram.

Ernie diz a seus alunos que, ao desempenhar suas tarefas, é preciso imitar os construtores. É preciso definir uma ordem para as coisas que devem ser feitas elevar cada uma até o fim. Sem isso, a tendência é começar uma coisa, em seguida se deixar distrair por outra, depois olhar em volta e sentir que ou não se fez nada ou se deixou tudo pela metade. Quando lidamos com as tarefas do mesmo modo que um construtor, terminamos aquilo que começamos e a cada passo podemos ver que estamos mais próximos de terminar.

Em pesquisas realizadas com famílias, a organização das tarefas domésticas aumentou a satisfação pessoal diária em cerca de cinco por cento.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Torça pelo time da casa

Conviver com os altos e baixos do seu time esportivo favorito poderá ajudar você a sentir-se parte de uma comunidade e mostrar-lhe o que tem em comum com seus vizinhos.

Quase todas as pessoas no sul de Indiana torcem pelo time de basquete da Universidade de Indiana. O legal disso é que gente de todo tipo encontra algo em comum. Na vitória ou na derrota, o mecânico e o médico, o professor e o garçom, o porteiro e o prefeito têm um interesse e uma paixão em comum, além de um tema de discussão.

O time dá à comunidade uma chance não apenas de compartilhar um interesse, mas também de reunir-se nos dias de jogo. E quando o time vai jogar fora da cidade, não é raro ver-se todas as casas sintonizadas no jogo. Se andarmos pela rua, ouviremos conversas sobre o time e sentiremos imediatamente que fazemos parte de uma comunidade, que algo nos une a nossos vizinhos e ao resto da cidade.

Stanley; um torcedor de longa data, planejou seu casamento levando em conta os compromissos do Indiana. Sua futura esposa não se importou, pois afinal haviam se conhecido em um jogo. E por nada no mundo ela perderia uma final de campeonato.

Pesquisadores descobriram que torcer pelo time local tem efeitos positivos, pois permite compartilhar um interesse com as outras pessoas da comunidade e aumenta a felicidade em quatro por cento

Cada relação é diferente da outra

Se você já se decepcionou com conflitos em suas relações com amigos ou com pessoas queridas, precisa compreender que cada relação é única. Não deixe que problemas com uma pessoa convençam você de que não tem capacidade para desenvolver uma boa amizade ou ser um parente amoroso.

Jane tem um bom relacionamento com seus pais e com seu irmão, mas nunca se deu bem com sua irmã. Ela se sente frustrada com isso e está sempre tentando entender a causa dessa dificuldade. "O que há de errado comigo?", Jane se pergunta. Mas o modo de ser e as atitudes de Jane, que produzem um efeito tão positivo em seus pais e em seu irmão, parecem irritar e incomodar sua irmã. Jane, às vezes, pensa em mudar para agradar a irmã, mas isso não só seria artificial, como teria um impacto negativo em seus outros relacionamentos.

Por que não podemos ter relações positivas com todo mundo? A resposta, dizem os psicólogos da Universidade McGill, no Canadá, é que "as pessoas são complexas demais, têm inúmeras facetas", e não podemos esperar que reajam todas da mesma maneira.

O que podemos fazer? Precisamos saber que não é por uma falha nossa que, apesar de nos darmos bem com a maioria das pessoas a quem amamos, somos rejeitados por algumas. Esta é a realidade: as pessoas são diferentes e é impossível agradar a todas. Os pesquisadores nos tranqüilizam: "Para se sentirem satisfeitas, as pessoas não precisam ter relacionamentos felizes com todo mundo. O que elas precisam é alegrar-se com seus relacionamentos felizes e administrar da melhor maneira possível os relacionamentos problemáticos."

Os pesquisadores descobriram que não havia diferença entre a felicidade das pessoas ligadas basicamente aos amigos e a daquelas ligadas basicamente à família. As pessoas têm capacidade de ser felizes a partir dos relacionamentos disponíveis e não precisam que todas as relações tenham a mesma qualidade de afeto e afinidade.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Não ignore uma parte de sua vida

Somos mais felizes quando o conjunto de nossa vida está bem do que quando uma área importante está perfeita e o resto está caindo aos pedaços.

Observe o modo como algumas organizações tomam decisões. Elas o fazem por partes, em vez de pensar na organização como um todo.

Uma universidade designa uma sala do andar térreo para um exame final realizado de manhã cedo ignorando o fato de que a equipe de manutenção estará nesse mesmo horário cortando a grama do lado de fora. Por quê? A sala foi escolhida pelo reitor porque tinha o tamanho adequado, enquanto que o pessoal da manutenção foi enviado pelo gerente administrativo porque de manhã é mais fresco e fica mais fácil trabalhar ao ar livre.

Qual é a conseqüência? As duas atividades entram em conflito e nenhuma delas tem um bom resultado. O barulho atrapalha o exame e o trabalho de manutenção acaba sendo interrompido antes do final para atender às necessidades dos estudantes.

Você não pode atender a um setor da sua vida ignorando os demais. Não pode mergulhar no trabalho abandonando a vida familiar e o lazer. Não pode dedicar-se integralmente às tarefas domésticas descuidando-se de sua vida intelectual ou da sua aparência. Você não é uma organização com vários gerentes, mas uma pessoa única com suas necessidades e prioridades. A sua tarefa é levar todas elas em conta e viver de forma equilibrada.

Em uma pesquisa realizada com um grupo grande de estudantes universitários, aqueles que não faziam sua satisfação depender de um único objetivo tinham chances dezenove por cento superiores de se sentirem felizes. Smith, 1997

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Coisas pequenas têm grandes significados

Coisas muito pequenas – o tom da voz, a expressão corporal, um toque de mão, uma única palavra num bilhete, uma flor deixada sobre a mesa – podem comunicar muitas coisas.

Será que coisas tão pequenas, como uma ligeira mudança na expressão do rosto, têm realmente importância?

Não são necessários grandes gestos nem gritos dramáticos. As nossas reações aparecem em expressões mais sutis, tons de voz, pequenos gestos e linguagem corporal.

Pense nisto: reconhecer a expressão do rosto de uma pessoa leva menos do que a sexta parte de um segundo. Podemos processar expressões acerca de noventa metros de distância. Como fazemos isto? Prestando atenção. Os seres humanos prestam especial atenção em expressões faciais, tomando-as como indicadores daquilo que seus companheiros estão pensando.

Da próxima vez que alguém lhe perguntar se está gostando do jantar que lhe foi oferecido e você responder "está ótimo", lembre-se de que seu interlocutor está prestando atenção não apenas nas suas palavras, mas também nas mensagens que você talvez esteja comunicando com a expressão do rosto, um sutil gesto do corpo e de muitas outras formas.

Você pode expressar seu amor por uma pessoa com palavras, mas pode multiplicar essa comunicação com pequenos gestos delicados, desde uma flor deixada sobre o travesseiro, um aperto de mão mais caloroso, uma refeição especial num dia comum. A mulher atenta e amorosa é capaz de ver, por trás do "tudo bem" do marido, uma preocupação estampada na tristeza do olhar e que ele tem dificuldade em expressar. E ela pode manifestar sua solidariedade através de muitos pequenos gestos que não o pressionem, mas transmitam "estou ao seu lado, disponível para acolhê-lo" .

Os casais que têm sensibilidade na comunicação – que reconhecem o poder das mudanças sutis de comportamento – avaliam que sua satisfação é dezessete por cento mais alta do que os casais que não a possuem. Notarius, 1996

sábado, 13 de outubro de 2007

Você sempre tem uma escolha

Lembre-se, ninguém nos obriga a fazer nada. Podemos escolher fazer qualquer coisa por considerá-la importante o suficiente para justificar nossos esforços. Não se queixe das suas responsabilidades como se fossem um fardo inevitável. Pense nos efeitos positivos de qualquer uma de suas ações – as razões pelas quais você vai trabalhar, as razões pelas quais você cuida de sua casa, e assim por diante.

Quantas vezes você já se queixou, pensando: "Por que eu tenho que fazer isso?" Quais são as coisas que você tem obrigação de fazer? A não ser que você esteja na prisão, você não tem que fazer nada. É você quem escolhe o que quer fazer.

Quer ver? Pense em alguma coisa que faz todo dia, como lavar roupa, levar as crianças para a escola, ir trabalhar. Você pode se perguntar: "E eu tenho alguma escolha? De qualquer modo, a roupa tem que ser lavada, as crianças precisam ir para a escola, eu tenho que trabalhar."

Sabe o que você pode escolher? Pode escolher fazer essas coisas como um fardo obrigatório, ou escolher fazê-las porque trazem bem-estar, conforto, alegria. Lavar a roupa é uma escolha que você faz porque gosta de ter suas coisas limpas e cheirosas. Levar as crianças para a escola é uma forma de conviver com elas e dar‑lhes amor. Seu trabalho é fonte de realização para você e de conforto para a família.

Então você pode escolher a forma de ver e sentir as coisas que faz. A rigor, ninguém força você a nada. É você quem escolhe, fazendo uma avaliação do que perde e ganha com a sua opção. Porque toda escolha implica um ganho e uma perda.

Entrevistas realizadas a respeito dos níveis de satisfação na vida revelaram que as pessoas que demonstraram um senso de independência, tomando decisões por si mesmas, depois de avaliarem perdas e ganhos, tinham chances três vezes maiores de se sentirem satisfeitas do que aquelas que não o faziam