cubro minha face...
No alto do que vislumbro
uma cumplicidade se evidencia,
eu já não me faço em essência
pois tudo o que faço,
está ruim ou significa o fim...
Melhor que me cale
pois o que quer que eu fale,
seria "errado", pois que saiu de mim.
Melhor que eu me entrelace
aos meus porquês arfantes.
Pois o julgamento que processa-se
de meus mais lúcidos instantes,
é que por mais que eu faça,
nada haverá de bom que eu passe...
Cubro meus lábios com u'a mordaça.
Cimbro-me, cubro minha face.

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