fez-se pó....
Nem pedi, tampouco implorei...
o que se deu,
refletiu-se no meu eu...
e confesso, chorei.
Pode até ser que o amanhã
traga a solução pura e sã
para os meus temores...
pode até ser os ais das dores,
exorcizem as sensações vãs.
Aquelas que pararam no tempo
emperrando o vento.
Aquelas que se fizeram, de mal pra pior,
aquelas que dizimaram a brisa
e deixaram acumular em meu peito,
o que de tão denso, fez-se pó...

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