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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Manhãs de setembro

Primeiras manhãs de setembro
Cheiro de flores no ar
Campos floridos, pássaros a cantar...
Ao ver tudo isso, com saudade relembro

Cada romance que vivemos
Jardins que floriram
Crianças que sorriram
Flores que colhemos...

Mas essas manhãs passam, murcham as flores
Emudecem os pássaros, somem as cores
Os campos e jardins, antes floridos
Perdem o perfume, ficam sem colorido

Levam o coração a mil quimeras
Manhãs de setembro, tempo de primavera!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Planos

Paixão desmedida

Desejo que não cessa

Pressa, pra que pressa?

Se tenho o tempo da vida



Talvez meses, talvez anos

Só Deus sabe!

A mim apenas cabe

Enquanto isso, fazer planos



E submetê-los ao Criador

Para que Ele aprove

Ou desaprove



Dê ou não

A Sua Bênção

Ao meu projeto de amor

domingo, 14 de dezembro de 2008

AMOR SEM RESTRIÇÃO

Até no amor, cada coisa à sua vez

Desejo, emoção, razão, paixão...

Quando levam dúvidas ao coração

Entre o sim e o não, melhor colocar talvez



A vida nos leva a agir com desconfiança

Como um "iceberg", nem tudo revelamos

O amor que temos não é todo o que damos

Guardamos sempre um pouco de esperança



Somos radicais: tudo ou nada, mentira ou verdade

Amando ou sendo amados na mesma intensidade

Ainda assim confiamos e desconfiamos



É preciso que creias, que confies em mim

Se algum “talvez” ainda nos separa, farei dele sim

O sim sem restrição, da convicção de que te amo!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Incoerência

Eu te quis...Não faz sentido dizer

Soa como reminiscência

Saudosismo, incoerência...

Se jamais deixei de te querer!



Ainda que sob o manto de fantasias

Em ti vislumbro tudo que procuro

Passam por ti: o meu futuro

Meus planos, minhas supostas alegrias...



Se fiz de ti caminho e direção

Se nas minhas loucuras (por ti) sou sincero

É porque verdadeiramente te quero



No começo e fim de uma jornada

Em que te elegi cúmplice e amada

Ao te confiar o coração!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Maria, Senhora nossa!

Ave Maria, cheia de graça...

Senhora Nossa, mãe de Jesus

Fonte de esperança, eterna luz

A nos iluminar nesta jornada que passa



Tu que és imaculada e pura

Que pronunciaste sem contestação

O Divino “sim” que abriu o teu coração

Ao sublime: à graça, ao amor, à ternura...



Que dobraste cada uma das pontas do céu

Transformando num manto, teu santo véu

Que cobriu de amor a humanidade...



A ti, Rainha e intercessora do amor e do perdão

Suplico: ouve as minhas preces, os anseios do meu coração

Guarda-me Senhora! Abre-me as portas do Reino da paz e da felicidade!!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Aconchego

Amar por amar, ser mero conquistador
Fazendo de cada conquista uma aventura

É vaidade que o próprio amor censura

Jamais será amor!



O amor a que sempre fui atento

Tem uma grande obstinação

Conquistar todos os dias o mesmo coração

Vivendo intensamente cada momento



É desse amor que quero que proves

E, ao prová-lo, em mim renoves

O brilho nos olhos, o sorriso, a ternura...



Só assim serei feliz, com paixão e com loucura

Desfrutarei dos teus beijos, do teu chamego

Farei dos teus braços o mais doce aconchego

sábado, 18 de outubro de 2008

Amor não tem idade

A idade que tenho? Não é a face que diz
E sim aquela traduzida pelo coração, que ainda ama,
Que o amor, com todas as forças, vive e proclama
Ávido por realizar novas fantasias
Sem medo de ser feliz!

Ah! ledo engano pensar que o amor, a felicidade...
São privilegios de jovens, pessoas mais novas...
Apesar dos rigores do tempo,
a vida em cada um de nós também se renova
Pela magia de um sorriso, de um sopro de carinho...
Amor não tem idade!


Quantos anos tenho? Melhor ignorar.
A vida, tão somente a vida,
Vale a pena valorizar
Viver é bom! Viver é amar!

Enquanto houver o mais tênue vestigio de vida,
Um coração a pulsar
Enquanto tivermos esperança,
acreditarmos no amor,
num novo bem querer...
Danem- se as rugas do tempo!
O coração que ama, jamais irá envelhecer!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Amor não tem idade

A idade que tenho? Não é a face que diz
E sim aquela traduzida pelo coração, que ainda ama,
Que o amor, com todas as forças, vive e proclama
Ávido por realizar novas fantasias
Sem medo de ser feliz!

Ah! ledo engano pensar que o amor, a felicidade...
São privilegios de jovens, pessoas mais novas...
Apesar dos rigores do tempo,
a vida em cada um de nós também se renova
Pela magia de um sorriso, de um sopro de carinho...
Amor não tem idade!


Quantos anos tenho? Melhor ignorar.
A vida, tão somente a vida,
Vale a pena valorizar
Viver é bom! Viver é amar!

Enquanto houver o mais tênue vestigio de vida,
Um coração a pulsar
Enquanto tivermos esperança,
acreditarmos no amor,
num novo bem querer...
Danem- se as rugas do tempo!
O coração que ama, jamais irá envelhecer!

sexta-feira, 7 de março de 2008

MULHER

Tanta coisa emana de ti, doce criatura...
Teu semblante inspira paz,
acolhimento, carinho...
Por tua intercessão, da água se fez vinho
Da tristeza, alegria;
da indiferença, ternura...

Por amor, vives muitos personagens:
tia, mãe, avó...
Irmã...amiga...confidente...guerreira...
Fã...namorada....companheira...
O teu ombro acolhedor
e amigo jamais nos deixa sós!

Santa ou pecadora
Ingênua ou sedutora
Não importa! Serás sempre uma rainha...

Uma intercessora...uma fada madrinha...
Ah! Bendita Providência Divina
Que te criou, mulher, fez de ti um anjo menina!

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Como o Sol...

Como o Sol que nasce para todos
e a todos aquece sem discriminação,
assim também deveria ser a paz Natural,
abrangente e de sentido verdadeiro.

Diferente da que grassa no mundo inteiro
imposta pelo troar de um canhão,
pela opressão da autoridade e do dinheiro.

Da exploração do fraco pelo forte; Não!

Essa é a paz da indignidade impregnada
do cheiro da morte.

Precisamos da paz que não oculte rancor.
Que venha do perdão e da união.

Que brote espontaneamente em cada coração
inspirada pelo Criador.

A paz da justiça e da igualdade;
da partilha e da humildade.

Que nos leve ao entendimento,
ao diálogo, à fraternidade...

Como quem abre um sorriso
e estende as mãos para distribuir rosas.

Tenhamos os mesmos gestos
abrindo o coração e as mãos para distribuir paz.

Só vive em paz Quem vive a paz!

sábado, 9 de junho de 2007

Distribuindo Paz

Como o Sol que nasce para todos
E a todos aquece sem discriminação
Assim também deveria ser a paz
Natural, abrangente e de sentido verdadeiro
Diferente da que grassa no mundo inteiro
Imposta pelo troar de um canhão
Pela opressão da autoridade e do dinheiro
Da exploração do fraco pelo forte
Não! Essa é a paz da indignidade
Impregnada do cheiro da morte
Precisamos da paz que não oculte rancor
Que venha do perdão e da união
Que brote espontaneamente em cada coração
Inspirada pelo Criador
A paz da justiça e da igualdade
Da partilha e da humildade
Que nos leve ao entendimento
Ao diálogo, à fraternidade...
Como quem abre um sorriso
E estende as mãos
Para distribuir rosas
Tenhamos os mesmos gestos
Abrindo o coração e as mãos
Para distribuir paz
Só vive em paz
Quem vive a paz!

sexta-feira, 18 de maio de 2007

MEU VÍCIO

Por que te amo?
Ah! Bem que poderias entender
Mas não custa nada repetir
A resposta está em ti
No teu olhar
Quando o meu corpo a penetrar
Os sentidos incendiar
O coração invadir...
No poder da tua sedução
Quando a inspirar fantasias
Beijos, loucos e atrevidos desejos...
No teu sorriso, na tua boca
Nas lembranças e resquícios
De ti, entranhados no meu ser, enfim
Nos desvarios, onde és como um vício
Sentido e razão de mim!
Amo-te pelo que és
Não importa como ages ou pensas
Se és dócil ou se és rude
Sensata ou insensata
Se confundes razão e emoção...
Nada disso faz diferença
Sê exatamente como és
Para te amar, não é preciso que mudes!