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sábado, 26 de julho de 2008

Valor para o que se ama

Lucia tinha acabado um relacionamento complicado havia 3 dias, ela por sua vez continuava apaixonado por Leonardo( seu ex-namorado), este por sua vez havia tentado se matar ao término do namoro.



Quando de repente apareceu Lucas, um cara super legal que logo se apaixonou por Lucia. Ela não conseguia esquecer seu antigo namorado mas continuava com Lucas, e a cada dia Lucas se apaixonava mais e mais.



Um certo dia Lucia termina o namoro com Lucas e este por sua vez sofre muito. Passando 6 meses, Lucia fica sabendo que Lucas estava namorando e vai ao seu encontro, e diz que se ele largar da namorada ela voltaria a namorá-lo, Lucas deixa a namorada e volta com Lucia , mas Lucia apenas queria sentir que Lucas continuava em suas mãos, e terminou o namoro.



Os anos se passaram e Lucia reencontra com Lucas e ele diz que vai se casar pois sua namorada esta grávida, mas diz a Lucia que se fosse por ele casaria-se com ela. Lucia se apaixona por Lucas, pois ele estava mudado, mas agora ele diz :



- hoje eu sou um homem casado e adoro a minha esposa quem sabe ficaremos juntos em outra encarnação, pois, nessa a sua chance acabou, nunca pensei que um dia poderia falar o que estou falando com você.



Lucia apenas disse: " nossa, se eu tivesse a cabeça que tenho hoje em dia, talvez poderíamos estar casados.



MORAL: vamos tentar dar valor para as coisa que amamos, pois o dia em que perdemos será tarde demais para se arrepender. pense: o passado já passou, o presente é presente, mas o futuro... pode não chegar.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

O Frio que veio de dentro

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.



Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.



O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo:



- "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro." E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.



O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:



- "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?"



O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático:



- "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.



O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.



Ele pensou:

- "Esta nevasca pode durar vários dias. vou guardar minha lenha."



O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava.



Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.



O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.



- "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos."



Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.



Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:



- "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro."