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sábado, 25 de julho de 2009

ESCOLHAS ESQUECIDAS

Dá o que possas, como possas e quanto possas, em benefício dos outros, mas recorda sempre as esmolas esquecidas...

O timbre de voz fraterna com quem ainda não te simpatizas...

O sorriso acolhedor para a visita inesperada...

O minuto de boa vontade no esclarecimento amigo...

A simples conversação reconfortante com a pessoa, cuja presença te desagrada...

O silêncio generoso ante a provocação daqueles que ainda te não compreendem...

A insignificante gentileza na via pública...

A referência construtiva em favor dos ausentes...

O serviço singelo aos desconhecidos...

A oração pêlos adversários...

A consideração para com os mais velhos...

O amparo à criança...

A ligeira visita aos doentes...

O bilhete afetuoso ao irmão necessitado de bom ânimo...

O carinho em casa...

O socorro aos desalentados...

A palavra otimista para quem te ouve...

A leitura edificante...

O respeito às situações que não conheces...

O auxilio à natureza...

A cooperação desinteressada no bem...

Não te afastes do abençoado serviço a todos.

Os pequeninos gestos espontâneos da verdadeira fraternidade são alicerces seguros na construção do Reino de Luz e Amor.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

SUOR E LÁGRIMAS

Suor é trabalho.

Lágrima é sofrimento.

Com o suor aprendemos.

Com a lágrima purificamos.

O trabalho esclarece.

O sofrimento redime.

Sem suor o mundo agonizaria na inércia.

Sem lágrimas a consciência perder-se-ia no erro.

Sem trabalho não teríamos a escola que habilita o homem ao progresso.

Sem o sofrimento não encontraríamos o santuário de nossa redenção para a imortalidade.

Com o suor engrandecemos a passagem pela Terra.

Com a lágrima rasgamos a senda para o Céu.

Suando, aperfeiçoamo-nos.

Sofrendo, santificamo-nos.

Homens, nossos irmãos do grande caminho, aceitemos no suor e nas lágrimas, nossos guias para a ascensão a Deus.

Rendamos culto aos silenciosos e sublimes instrutores que nos visitam em nome do Senhor. E, suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

LEMBRA-TE DELES

Lembra-te deles, os chamados mortos que embora invisíveis, não se fizeram ausentes...

-o-

Compadece-te daqueles que passaram no mundo sem realizar os sonhos de bondade que lhes vibraram no seio e volve o coração reconhecido para quantos te abençoaram a existência com alguma nota de amor.

-o-

Eles avançam para a vanguarda...

-o-

Muitas vezes, quando menos felizes, esmolam-te o reconforto de uma oração e, vezes outras, mergulham as dores que os afligem na taça de teu pranto, sequiosos de paz e libertação...

-o-

Outros muitos, porém, quais aves triunfantes nas rotas da Eternidade, buscam-te o coração por ninho de afeto que o tempo não destruiu, envolvendo-te o ser no calor de branda carícia para que o desânimo não te entorpeça a faculdade de caminhar...

-o-

Lembra-te deles e guarda-lhes a lição.

-o-

Ontem, apertavam-te nos braços, partilhando-te a experiência.

Hoje, transferidos de plano, colhem os frutos das espécies que semearam.

-o-

Aguça a audição mental e ouvirás o coro de vozes em que se pronunciam. Todos rogam-te esperança e coragem, alargando-te os horizontes. E todos se lembram igualmente de ti, desejando aproveites a riqueza das horas na construção do bem para a doce morada de tua porvindoura alegria, porque, amanhã, estaremos todos novamente reunidos no Lar da União Sublime, sem lágrimas e sem morte.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Sinais de Alarme

Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência,

indicando queda provável na obsessão:


. quando entramos na faixa da impaciência;

. quando acreditamos que a nossa dor é a maior;

. quando passamos a ver ingratidão nos amigos;

. quando imaginamos maldade

nas atitudes dos companheiros;

. quando comentamos o lado menos feliz

dessa ou daquela pessoa;

. quando reclamamos apreço e reconhecimento;

. quando supomos que o nosso trabalho

está sendo excessivo;

. quando passamos o dia a exigir esforço,

sem prestar o mais leve serviço;

. quando pretendemos fugir de nós mesmos,

através da gota de álcool ou da pitada de entorpecente;

. quando julgamos que o dever é apenas dos outros.


Toda vez que um desses sinais

surgir no trânsito de nossas idéias,

a Lei Divina está presente, recomendando-nos

a prudência de parar no socorro da prece

ou na luz do discernimento.