Mostrar mensagens com a etiqueta Federico Garcia Lorca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Federico Garcia Lorca. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de março de 2008

Poemas de Amor

Tengo miedo a perder la maravilla
de tus ojos de estatua y el acento
que de noche me pone en la mejilla
la solitaria rosa de tu aliento.


Tengo pena de ser en esta orilla
tronco sin ramas; y lo que mas siento
es no tener la flor, pulpa o arcilla,
para el gusano de mi sufrimiento.


Si tu eres el tesoro oculto mio,
si eres mi cruz y mi dolor mojado,
si soy el perro de tu senorio,
no me dejes perder lo que he ganado
y decora las aguas de tu rio
con hojas de mi otono enajenado.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Ar de Noturno

Tenho muito medo
das folhas mortas,
medo dos prados
cheios de orvalho.
eu vou dormir;
se não me despertas,
deixarei a teu lado meu coração frio.

O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !

Pus em ti colares
com gemas de aurora.
Por que me abandonas
neste caminho ?
Se vais muito longe,
meu pássaro chora
e a verde vinha
não dará seu vinho.

O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !

Nunca saberás,
esfinge de neve,
o muito que eu
haveria de te querer
essas madrugadas
quando chove
e no ramo seco
se desfaz o ninho.

O que é isso que soa
bem longe ?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu !

quinta-feira, 5 de julho de 2007

AR DE NOTURNO

Tenho muito medo das folhas mortas,
medo dos prados cheios de orvalho. eu vou dormir;
se não me despertas, deixarei a teu lado meu coração frio.
O que é isso que soa bem longe ?
Amor.
O vento nas vidraças, amor meu !
Pus em ti colares com gemas de aurora.
Por que me abandonas neste caminho ?
Se vais muito longe,
meu pássaro chora e a verde vinha não dará seu vinho.
O que é isso que soa bem longe ?
Amor.
O vento nas vidraças, amor meu !
Nunca saberás, esfinge de neve,
o muito que eu haveria de te querer essas madrugadas
quando chove e no ramo seco se desfaz o ninho.
O que é isso que soa bem longe ?
Amor.
O vento nas vidraças, amor meu !