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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Doce Desatino!

Sei que é um desatino
mas como fugir
desse amor tão fora de hora?
Como resistir aos seus encantos?
Se esse é o nosso destino,
Por favor, não demore...

O que nos resta, afinal?
Não temos todo o tempo do mundo!
Já lá se vão os nossos anos dourados,
Nossos sonhos perdidos, abalados...

Sou e estou toda emoção.
Sei também que é um desatino
Mas que culpa tenho eu,
se já doei o meu coração?

Acredite:
- A inquietude e a angustia me assaltam!
Deveria abrir mão desse amor
e passar o resto do tempo que me resta
sem seu olhar?

O mundo há de me perdoar...
mas não consigo.
Você foi... é e será sempre,
o meu doce desatino!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Meu bem... escute!

Preste atenção...
Estou aqui, tão junto de você...
Sobre a cabeça, o vôo azul
da brisa que traz amanhãs
guardadas no meu coração

Olhe para mim...
Não desvie o olhar?!
Será que esqueceu todos
os nossos momentos de amor?
As nossas juras?
Nossos colóquios amorosos?
Conluios tantos...
Inconfessáveis...
Tão amorosamente profanos!

Nos olhos, o horizonte largo
que acena e chama
prometendo calma e sons...
Na proa do meu barco,
há uma praia azul,
alvo do meu olhar impaciente...

Sem se importar com toda a gente,
que passa apressada
chamando por mim...
Eu não irei sem você!

Meu bem... escute!
Espero aqui...
o tempo que for preciso...
Zarparemos juntos,
rumo ao infinito,
desse amor azul!
E ponto.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Amanhã é um outro dia!

Uma inevitável perspectiva
de desamor e indiferença
me deixa prostrada,
aniquilada,
angustiada...

E por que não?...
Com a sensação nítida
do nunca mais!

A minha vaidade não permite pensar
que você deixou de me amar!

Sinto que não voltarás mais!
Pois nos magoamos demais.
As palavras rudes trocadas por nós
ainda soam nos meus ouvidos...

Mas posso estar enganada...!?
Não sei... não sei...
É tarde para pensar nisso!
Estou aqui...
fazendo de espera,
a única certeza!
Entretanto, sem me esquecer jamais, que:
- Amanhã é um outro dia!!

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Eu e você!

Querido...
Para que você se lembre de mim
quando ocorrer minha ausência...

Sei que não seria preciso.
O nosso tratado é conciso:
- Nos amaremos para sempre!

Temos driblado o tempo.
Eu sei disso e você também.
Cada vez fica mais difícil...
essa saudade sem fim
toma conta de mim...
toma conta de nós!

Novamente me assalta a angústia...
Pergunto-me, entre paradoxos:
- serenidade e desespero -
- Quando?...
- Onde?...
E ninguém responde...

O destino é cruel...
Foi sensível um dia, e capaz!
Porém hoje, insiste em manter-me
tão triste e sozinha...

Mas eu preciso sonhar,
que estaremos a sós, em breve...
Eu e você!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Você nunca irá encontrar...

Não... você nunca irá encontrar,
por mais que tente e procure,
nesta e em todas as nossas vidas,
alguém que te ame assim,
tão intensamente quanto eu!


Não se trata de ser mais, ou menos amor.
Eu me entreguei sem reservas,
sem conluios com a própria sorte,
sem temer a vida ou a morte,
eu te amei assim...
Desse jeito meu, só meu!
E ninguém vai te amar mais do que eu!


Ninguém vai te entender e esperar,
tanto quanto eu...
Não se trata de obrigá-lo a nada.
Você sempre fez o que quis, e eu
pacientemente esperei
por cada volta sua, por cada retorno...
Para vê-lo partir novamente,
como os barcos no oceano,
como os grandes ventos e tempestades...
A diferença era só o temor,
que por você, é simplesmente amor!


Mas não faz mal... estou aqui!
Quando sentir falta de mim,
quando a saudade bater,
tanto quanto bate aqui,
no meu coração...
eu sei que voltará.
E me trará de novo, a paixão!


Eu espero... aqui,
bem aqui...

quarta-feira, 19 de março de 2008

POR ONDE ANDAS?

Por onde andas?
Em que lugar te escondes?
Por que mostrar a todos
em letras, minhas poesias,
Se as mostrei tão secretamente a ti?

Por que buscar emoções
diferentes em desconhecidos
se teu coração já me deu tanto...
e teu coração é que importa!

Por que deixá-la sem rumo
se és destinatário dela
mesmo quando finjo que não...
da primeira até a última?


Olho fixo no imponderável
querendo ser verdadeira...
mas, sinto-me nua!
Caminho tardes de chuva
meu peito, teu apoio...
meu braço, teu amparo...
Teu abandono...
minha esperança!


E numa busca incontrolável
sempre te amando
o teu amor continuo buscando!

Por onde andas?

domingo, 10 de fevereiro de 2008

POR ONDE ANDAS?

Por onde andas?
Em que lugar te escondes?
Por que mostrar a todos
em letras, minhas poesias
Se as mostrei tão secretamente a tí?

Por que buscar emoções
diferentes em desconhecidos
se teu coração já me deu tanto...
e teu coração é que importa!

Por que deixá-la sem rumo
se és destinatário dela
mesmo quando finjo que não...
da primeira até a última!?


Olho fixo no imponderável
querendo ser verdadeira...
mas, sinto-me nua!
Caminho tardes de chuva
meu peito, teu apoio...
meu braço, teu amparo...
Teu abandono...
minha esperança!


E numa busca incontrolável
sempre te amando
o teu amor continuo buscando!!

Por onde andas?

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Amo-te!

Como jamais em tempo algum

amei alguém...



Amo-te hoje,ontem e sempre

além da razão...



Amo-te desde o dia
em que te vi...



Foste o primeiro homem

a fazer meu coração acelerar...



Amo-te desde então...!

sábado, 2 de fevereiro de 2008

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Sonha, querido, junto comigo!
Para eu ver teu sonho mais bonito.
Sonha um tempo novo
de realidade e paz
Sonha possível... eu ser afago e porto
compartilhar,
agora e amanhã...

Sonha, para eu sentir
o jeito e o cheiro do teu sonho,
no jeito e cheiro do teu corpo
a cor que tem, o som que vem...

Sonha comigo a cavalgada
sonha comigo...
em qualquer madrugada

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

SOLIDÃO!

Cada vez mais,
a solidão trafega
no meu quarto, atrevida.
Toma cômodo
na minha cama
tão sem vida...

Absoluta, a solidão
é o antigo e o renovado
jeito de mim.

Total, a solidão
é o saldo desarrumado
da minha loja de quinquilharias,
o que sobrou no coração...

Definitiva, a solidão
refaz os descaminhos
com que ambulei
minha gaiola de ossos,
na ambiguidade de cada por-do-sol
deste meu tempo alheio,
carregado de saudade...
tanta saudade!!

Solidão...
Ah... pudesse renovar-me
reaver a magia
do meu sofrido coração
tão repleto dessa praga...

SOLIDÃO!

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Tuas mãos...

De todas as saudades
é ela que mais me açoita:
- a saudade das tuas mãos!

Do teu afago amante, inebriante
amenizando minhas vontades!
O toque dela, impura, atrevida
suavemente como a pluma...

Ah! Tuas mãos... onde estarão?
Desejo tanto o carinho
feito por elas no meu corpo
deslizando de mansinho
bem devagarinho...

Levando-me a viajar
pelos momentos tantos que passamos,
as tuas mãos nas minhas, nos amando
fazendo desses momentos
secretos nossos, para sempre!
Que saudade!...

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Poema para você!

Esta poesia, eu fiz para você...
Não sei bem se é um poesia,
ou um convite...

Quer dançar comigo?

Como se estivéssemos anos luz atrás,
olhos nos olhos...
coração aos saltos, palmas das mãos suadas,
suspiros se encontrando na contra-mão
ah, era tão bom!

Querendo muito, mas não podendo
o nosso amor confessar...
E nunca mais eu quis tanto,
como naquele momento,
um abraço lhe dar!

E me dar mais, muito mais!
Acho mesmo que eu queria me dedicar
inteirinha, a você.
Me entregar sem reservas
para sempre ser sua,
como o luar, é das noites de lua
como o vento, é das tempestades
como as ondas, são sempre do mar...
e juntos para sempre
amar... amar... amar...

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Raios de sol

Amanheço ao lado do sol
e venho para lhe dar bom-dia
emprestando dele, os raios mais bonitos
que façam sentido
para nós dois...

Eu sou aquela folha de outono
que vaga sozinha pelos caminhos
que é açoitada pelo vento
pisada pelos passarinhos
e permanece sempre... à sua espera!

Sou também a saudade
rebelde... incauta
que acredita no amanhã
por inverossímel que pareça, e espera
o sol voltar, achando que você virá...

Eu sou você, sempre você
dentro do meu pensamento!
E você...
quem será?!...

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Quem sou eu?

Uma mulher que viveu
todas as alegrias e desventuras!
Conquistou e perdeu amores,
ganhou filhos e foi privada de um deles.
Riu e chorou....viu o amanhecer e o entardecer,
falou e ouviu,....enfim,viveu!

Não preciso saber muito mais de mim
A sinceridade de minhas palavras(e versos)dizem tudo!
Falar sobre mim mesma é muito difícil,
pois eu acho que não me conheço bem.
Sei de algumas virtudes que tenho e de muitos defeitos.
Mas falar deles ou é cabotinismo ou masoquismo.
Ademais,não saberia quais aspectos abordar do meu ego.
Realmente não sei o que lhes dizer a meu respeito.

Creio que meus mortos
fazem o que sou
Pessoas idas,fatos,lugares
traduzem o meu jeito.
Enfim..............sou o que morreu em mim
e mesmo assim,me quero viva,
alimento o sonho,a dor,o amor
E até a solidão!

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Só...

Só...
Sem ponto de partida
sem ponto de encontro
sem entrelaçar de mãos
desfraldo meus adeuses!

Só...

Tenho ganas de matar-me
impulso de fim...
ilusão do fim, permanente...
de ser quem sou
névoa do passado!

Só...

Pois é como se tivesse
te injetado na veia,
habitas meus planos,
que faz e desfaz desenganos!!

SÓ...

Me embrenho nos sonhos
ricos ou bisonhos
busco meus ideais
numa bacia de lágrimas
colhidas na intempérie
de todos os meus ais...

Só...
completamente e irreversivelmente...
Só!

sábado, 1 de setembro de 2007

Só...
Sem ponto de partida
sem ponto de encontro
sem entrelaçar de mãos
desfraldo meus adeuses!

Só...

Tenho ganas de matar-me
impulso de fim...
ilusão do fim, permanente...
de ser quem sou
névoa do passado!

Só...

Pois é como se tivesse
te injetado na veia,
habitas meus planos,
que faz e desfaz desenganos!!

SÓ...

Me embrenho nos sonhos
ricos ou bisonhos
busco meus ideais
numa bacia de lágrimas
colhidas na intempérie
de todos os meus ais...

Só...
completamente e irreversivelmente...
só!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

AJUDE-ME!

Estou só,carente de saber,
um pouco que seja,de mim.
Portanto,imploro,suplico,conta-me
quem sou,o que faço,
com certeza tão diferente
do que penso ser


Conta-me a verdade,
porque na idade que tenho,
sofro com equívocos...
tantos erros impensados,
falta-me o pudor,
que me pesam a alma,
num momento constrangedor


Conta-me sobre o belo,
mentindo,até,para compensar
os limites que me atolam...
Invente que existem calmantes ,
para lenir perdão aos
pecadores
permitindo que me aquiete o coração


Diga-me doces palavras,
palavras essas,que compensem
o meu errar .uma...mil vezes!
Dá-me um agrado,um que seja,
para reaquecer meu coração


Me enxergue com generosidade...
releva minha realidade,
minha intolerância sem fim...
me dê seu perdão,
faça-me mulher ,outra vez!
Humanamente simples e feliz...
Olhe pra mim...

terça-feira, 28 de agosto de 2007

AJUDE-ME!

Estou só,carente de saber,
um pouco que seja,de mim.
Portanto,imploro,suplico,conta-me
quem sou,o que faço,
com certeza tão diferente
do que penso ser


Conta-me a verdade,
porque na idade que tenho,
sofro com equívocos...
tantos erros impensados,
falta-me o pudor,
que me pesam a alma,
num momento constrangedor


Conta-me sobre o belo,
mentindo,até,para compensar
os limites que me atolam...
Invente que existem calmantes ,
para lenir perdão aos
pecadores
permitindo que me aquiete o coração


Diga-me doces palavras,
palavras essas,que compensem
o meu errar .uma...mil vezes!
Dá-me um agrado,um que seja,
para reaquecer meu coração


Me enxergue com generosidade...
releva minha realidade,
minha intolerância sem fim...
me dê seu perdão,
faça-me mulher ,outra vez!
Humanamente simples e feliz...
Olhe pra mim...

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Quem Sois?

És quem ri o riso solto

Que habita minha espera...

E és a um só tempo,

Meu bálsamo e minha fera.



És quem me acalanta num simples gesto

E me dá rumo e sentido...

E és quem comigo visita outro mundo,

Pouco importa se perdido.



És também quem não se cansa

De viver comigo este amor sem fim...

E és quem sempre volta com saudades,

Pois não sabes viver sem mim!

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Impossível!!

É impossível?...
Difícil responder...
Talvez sim... talvez não,
são tantas as faces do coração...
mas hás de compreender!

Sei que habitas, o íntimo do meu ser!
Na minha alma, às vezes desalentada
será sempre tu, o bem-querer!

Não posso negar evidências,
és meu dono, meu proprietário!
Mas tens sido perdulário
jogando-me ao vento... sem alento.

Entretanto...
nós nos pertencemos,
de um modo todo nosso,
num conchavo que transcende a razão,
até mesmo aos anseios da alma e coração,
do corpo também...

Sem nos termos, sem nos darmos mutuamente
não somos ninguém... sabes disso... eu também sei!

Então me diga... viver sem você?

_Impossível!_