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quarta-feira, 29 de julho de 2009

PARTILHE O AMOR

São tantas as notícias ruins que destacam violências, assaltos, crimes de morte, violências sexuais, corrupções políticas, impunidades para os poderosos, que as pessoas vão se fechando em suas casas e até esquecem de compreender, sorrir, amar, partilhar a vida.

Mas será que a vida é feita somente de coisas ruins? Não! De modo algum. A vida, no estágio evolutivo em que nos encontramos, é feita de coisas más e outras boas. Mas o nosso objetivo não é a de falar de coisas negativas, e sim de solidariedade, bondade, fraternidade, amor partilhado.

Ah, o amor! Como poderemos viver sem ele? É o amor de Deus que sustenta o universo. É o amor universal que faz com que espíritos superiores, isentos das reencarnações em mundos inferiores, se corporifiquem em mundos como o nosso, para cumprir missões de extraordinário valor.

É por amor que uma mulher carrega no ventre, durante nove meses, uma nova vida, e dá a luz entre dores, para depois beijar aquele pequenino ser, apertá-lo ao peito e dizer com emoção:

- Meu filho! Meu amor!

É por um amor transcendente que um pai ou mãe abraça um filho de mente obnubilada pela deficiência mental, olhar aparvalhado, boca semi-aberta, e exclama com unção quase sagrada:

- Meu tesouro. Vida da minha vida.

Há, os que, por amor, sobretudo por amor, se dedicam a curar, a educar, a indicar rumos, e chegam a sacrificar a própria vida em holocausto ao amor.

Alguns manifestam o seu amor plantando flores. Outros compõe músicas, fazem versos, criam leis, varrem as ruas, constróem casas...

Não importa que existam crimes e dores enquanto existir o amor, e este amor for partilhado.

Partilhar o amor? Como podemos fazê-lo? Comece devagarzinho. Olhe bem dentro dos olhos do teu filho, não importando a sua idade, e diga:

Eu te amo!!!

Faça o mesmo com o seu cônjuge, ou com os pais, avós, irmãos. Mas não olhe sem enxergar. Deixe que a tua visão penetre a epiderme e alcance as profundezas do ser e ali irá descobrir espíritos imortais, que vieram de outras vidas, seres que amam, que guardam medos, ódios talvez, mas que estão ao teu lado, permutando energias. Tente compreendê-los e partilhar com eles o teu amor.

Jogue para longe a tristeza. Desanuvie o semblante. Confie em Deus. Confie na vida. Confie no amor. Não tenha medo de amar, mas não cultive um amor possessivo. Ame pelo prazer de amar, e mesmo que você se machuque, terá valido a pena.

Sendo você espírita, maiores razões terá para ser alegre e partilhar o amor. Você sabe que é imortal, criado por Deus simples e ignorante, mas com todas as potencialidades das perfeições. Você deve saber que o amor não morre, porque os que te precederam na grande viagem estão ao teu lado, simplesmente porque te amam. Seja forte. Partilhe o teu amor. A vida precisa do teu sorriso.

terça-feira, 1 de julho de 2008

A Paz Vencerá

Vivemos momentos cruciais no planeta, e muitos têm as suas convicções de justiça abaladas. Alguns descrêem da Providência Divina, acreditando que Deus perdeu o controle de sua criação.



Logicamente, esta é uma observação destituída de razão, porque aquilo que parece falta de controle está debaixo de um rigoroso planejamento.



Deus concede a liberdade para que o Homem possa crescer.



Deus preside os destinos do Universo, e nós estamos inseridos nessa comunidade universal. Podemos parecer impotentes ante a sanha da violência, não só a do terrorismo, mas a do crime organizado, das quadrilhas de traficantes, dos crimes passionais, da miséria, da fome e até da violência doméstica e sexual. O que fazer?



Entreguemos nossas vidas e o nosso mundo a Deus, mas não deixemos de fazer a nossa parte em prol do bem geral; pois, no mundo, somos instrumentos de Deus para a pacificação, para a justiça social e para o amor. Só assim o mundo terá sanidade.



Não importa o nome que damos a Deus ou como o concebemos. O que importa, realmente, é que Deus não pode ser mau, protecionista, rancoroso ou vingativo. Concebemos Deus conforme nos ensinaram os espíritos: Inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas.



O Criador deu a cada espírito o livre-arbítrio e uma meta a alcançar: a perfeição. Temos liberdade de agir como quisermos, porém somos responsáveis pelos nossos atos; o que equivale a dizer: somos livres para semear, mas somos obrigados a colher.



Toda essa onda de violências vai passar, e o mundo entrará numa era de paz e realizações. Corrigiremos as injustiças, sanearemos a moral, acabaremos com a fome, e cuidaremos para que todos tenham o suficiente para viver com dignidade.



Este é o desafio que temos de enfrentar, mas com certeza venceremos.



A PAZ VENCERÁ!