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sábado, 14 de novembro de 2009

Procura-se

Procura-se...
Um amor que seja inteiro,
que não traga dúvidas,
que saiba entregar-se,
que seja único com ou sem razões.


Procura-se...
Quem saiba dar e receber sem limitações,
que fale de amor, de encantos,
que saiba da sensibilidade,
que viva intensamente a paixão.


Procura-se...
Um amor que seja verdade,
que acredite no sonho de felicidade,
que não tenha medo
e nem traga velhas saudades.


Procura-se...
Um amor na sua completa totalidade,
que busque também por recomeço,
por novos caminhos, novas identidades,
entregando-se íntegro sem meras vaidades.


Procura-se...
Um amor que tenha sangue, corpo, alma,
que sinta nos poros o transpirar do esperado,
que tenha sempre um abraço guardado,
um beijo molhado, um desejo aflorado.


Procura-se...
O amigo leal que traz em si o amante,
que me leve a ancorar num porto distante,
onde o máximo de toda busca
é simplesmente amar...

domingo, 29 de março de 2009

Boneca de pano

Amigas de verdade

somos assim,

nunca perdemos a vontade

de estarmos juntas,

eu dela, ela de mim.





Confidente fiel,

sei que nela posso confiar,

acima dela, apenas Deus no céu

enquanto aqui na Terra,

somos risos, brincadeiras e muito a falar.





Minha boneca de pano

não troco, não dou e não vendo,

pode até passar mais um ano

que ainda estaremos tendo

nossa amizade em primeiro plano.





Mas confesso agora minha dor :

Ao ver minha boneca de pertinho

percebi que já perdeu muito da sua cor

e também a costura da saia, no lacinho,

perdeu a linha e não tem como repor...





Mas somos amigas de verdade,

continuaremos juntas, somos assim

e nem o tempo nos fez perder a vontade,

nem eu dela, nem ela de mim.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Francisco de Assis

Pobre Francisco que da paz não desiste,
pede pelo mundo que do ódio vive,
vê, são muitos irmãos sem teto e sem pão,
que na vida não têm nada, nem mesmo ilusão...



Pede Francisco e que seu Senhor o escute,
fala pelas bocas esfomeadas de amor e justiça,
diga das dores dos que perderam seus filhos
nas mãos sem ideais que cultivam a cobiça.



Francisco do amor, irmão só, de fé, sonhador,
seca as faces que desenham esse mundo sem cor,
que seu Senhor seja a luz e também o autor
da nova realidade que dissipa as trevas livrando-nos da dor.



Oh! Mestre de Francisco, seja em mim também o Senhor,
mostre-me o amar, o doar, o perdoar consolador,
que eu seja o fruto do bendito ventre a parir o amor,
que se abram caminhos na nova luz que dita a aurora,



Que a fé não seja de fragmentos, mas se consolide em atos de paz,
que os corpos mutilados, vendidos à morte que gerou tanta dor
sejam hoje justificados em preitos da verdade e de valor,
transformando todo pranto em canto vivo de pleno amor.



Oh! Pobre Francisco que tanto acreditou,
pobre mundo que de sua irmandade se distanciou...
Roga Francisco pelos muitos pequeninos desse mundo perdido
do amor único e verdadeiro que sua boca um dia anunciou...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Beijo

São várias as formas de se beijar,

podendo o primeiro beijo

aproximar ou afastar.



Há o beijo tímido, retraído,

beijo sem nexo ou sentido,

beijo solto, desprovido, desmedido,

beijo silencioso ou com gemidos.



Beijo beijado, apaixonado.

Beijo de amante, marido ou namorado.

Beijo sagaz, voraz,

beijo enlouquecido e beijo da paz.



Há o beijo tesão que grita o "quero mais",

beijo molhado, melado,

beijo de língua, na cor do pecado.

Beijo lambida que percorre o corpo

sentindo o gosto gostoso

de um porvir libidinoso.



Há o beijo de corpos e o beijo de almas,

beijo que excita e beijo que acalma.

Beijo que faz o corpo vibrar

no ritmo acelerado

do mais nobre acasalar.



Beijo quente, incandescente,

beijo feito só pra gente

que acredita e não mente

que um beijo é sempre um presente.



Há o beijo redenção, remissão

que chega sempre trazendo a salvação

levando as almas a mais completa união.

Há o beijo triste da partida, despedida

e o beijo alegre da chegada, renascimento da vida.



Beijo proibido, sempre o mais gostoso

e o beijo permitido, o mais harmonioso.

São várias as formas de se beijar,

e o beijo quer sempre poder explorar

todos os pontos,

para beijando,

beijar,

beijar,

beijar.

domingo, 9 de março de 2008

Tempo do amor

Apenas o tempo poderá dizer do que fui ou deixei de ser,

o mesmo que correu sobre as águas de um rio sem fim,

lavando-me a alma, tocando-me o corpo, trocando a face,

por outra que meus olhos já não reconhecem mais.





Ora aliado, ora inimigo meu,

quem dera pudesse ao menos lhe tocar os lábios,

sentir o beijo, calar o desespero, secar-lhe as lágrimas,

dispor do amor que tenho sem lamentar o que se foi.





Meu mundo agora seu, cala-se na tentativa de ouvi-lo,

silencia dores, alegrias, senta-se e espera apenas por um ato,

um caminho, um toque que traga o amor,

talvez o mesmo que tenho guardado em mim.





Tudo pára ás margens desse imenso rio, olha,

o vento não balança as folhas que parecem dormir,

tudo é apenas eu e você, um "nós" que permitimos existir,

amor por amor, almas entregues criando assim um novo céu.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Sem véus

Estava só, não sei ao certo se ao norte ou sul,

ilha de mim mesma, ego suplantado,

entre sombras de um presente desgastado,

buscava por um céu que fosse de intenso azul.



Entre sorrisos e lágrimas, muito do que sou recriada,

revi-me em passados repassando em pó,

a criança aprisionada em seu próprio nó,

em um mundo de faz-de-conta sem história contada.



Mergulhei em muitos mares, paradoxo de mim,

defini o caminho sem que acordasse do meu sonho

e reescrevi o futuro pela melodia que componho,

abrigando em desterro o canto que encanta meu fim.



Estendi minhas mãos tateando o que seria um futuro talvez,

abri as cortinas de um tempo que não mostrava o fim,

senti a força do sol beijando a boca que se abriu em sim

concedendo à vida o direito de recomeçar outra vez.



Então entendi, entre sorrisos e lágrimas faz-se a vida,

alma já livre de correntes antigas desenha novo céu

mostrando o amanhecer de um sol sem véu,

onde possa ser o amor que chega anulando a partida.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Sem véus

Estava só, não sei ao certo se ao norte ou sul,

ilha de mim mesma, ego suplantado,

entre sombras de um presente desgastado,

buscava por um céu que fosse de intenso azul.





Entre sorrisos e lágrimas, muito do que sou recriada,

revi-me em passados repassando em pó,

a criança aprisionada em seu próprio nó,

em um mundo de faz-de-conta sem história contada.





Mergulhei em muitos mares, paradoxo de mim,

defini o caminho sem que acordasse do meu sonho

e reescrevi o futuro pela melodia que componho,

abrigando em desterro o canto que encanta meu fim.





Estendi minhas mãos tateando o que seria um futuro talvez,

abri as cortinas de um tempo que não mostrava o fim,

senti a força do sol beijando a boca que se abriu em sim

concedendo à vida o direito de recomeçar outra vez.





Então entendi, entre sorrisos e lágrimas faz-se a vida,

alma já livre de correntes antigas desenha novo céu

mostrando o amanhecer de um sol sem véu,

onde possa ser o amor que chega anulando a partida.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Homem de lata

Devo dizer do homem de lata que sonhou amar,

o mesmo homem que ousou criar e recriar

o que no mundo resumia-se em sonhos.





Devo dizer dos sonhos enlatados no homem que amou,

o mesmo homem que um dia provou da boca que

cantou o triste encanto dos que amando,

viram-se nos mesmos velhos sonhos, perdidos e abandonados.





Devo dizer de um mundo que não sorri, não canta, não ama,

ou do homem perdido em meio ao tudo que sempre quis,

dizer da morte beijando a vida

ou da mesma vida empenhada na luta de ser feliz.





Devo dizer do muito que o mundo deseja ouvir,

das lágrimas que deixei cair nos rios onde mergulhei amor,

dos antes e depois de uma dor qualquer

ou daquela que insiste em tirar-me da alma a cor.





Devo dizer de um mundo de aço,

da esperança distante já com destino enferrujado,

da inocência que se perdeu levando consigo toda decência,

esperam que eu diga da política suja que me põem à mesa

querendo que deguste o sabor amargo da hipocrisia,

tons redundantes dispensam a verdade que a consciência norteia.





Devo dizer do homem em um mundo de lata,

dos sonhos em branco e preto que seu corpo aguarda,

das falas falsas que suas bocas fechadas proferem,

chamando de paz a bandeira que levanta com as cores da guerra,

deitando seus filhos nos solos fecundos que permeiam essa terra.





Devo dizer dos discursos desacreditados,

do homem abandonado por suas próprias mãos,

das crianças que colorem com sangue os desenhos mal traçados

de uma vida desgastada que dita o respeito como arma de opressão.





Pois não direi mais o que os ecos dessa era me faz ouvir,

dito pó ao vil metal buscando o amor que tenho sonhado,

dito sonhos inacabados reconstruindo a vida sobre o aço enferrujado,

rasgo o peito na vermelha cor que o desejo me faz,

na melodia que ouço, entoando meu canto, peço por paz.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Tempo do amor

Apenas o tempo poderá dizer do que fui ou deixei de ser,

o mesmo que correu sobre as águas de um rio sem fim,

lavando-me a alma, tocando-me o corpo, trocando a face,

por outra que meus olhos já não reconhecem mais.





Ora aliado, ora inimigo meu,

quem dera pudesse ao menos lhe tocar os lábios,

sentir o beijo, calar o desespero, secar-lhe as lágrimas,

dispor do amor que tenho sem lamentar o que se foi.





Meu mundo agora seu, cala-se na tentativa de ouvi-lo,

silencia dores, alegrias, senta-se e espera apenas por um ato,

um caminho, um toque que traga o amor,

talvez o mesmo que tenho guardado em mim.





Tudo pára ás margens desse imenso rio, olha,

o vento não balança as folhas que parecem dormir,

tudo é apenas eu e você, um "nós" que permitimos existir,

amor por amor, almas entregues criando assim um novo céu.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Viver de amor

Onda azul tocando areias em seu abraço de paz,

segue seu curso espalhando sementes de luz,

dias de sol onde a vida é refletida em rio

que corre incerto do destino que vem,

amante acolhido pela gula do mar

que o toma no desejo que tem.







Sombra e prazer no corpo vibrando paixão,

amando sempre, contínuo regressar ao que sou,

vida contingente interando o universo que é

na dança do amor, acústico de nós.

Aquece o sol, amanhece e vou,

no desejo do corpo que quer.







Segue seu curso, cumpra o destino que tem em mim,

segue por meus caminhos horizontes, meus atalhos,

novo mar, novas ondas, sempre amor e nunca o fim.







Mergulho solto no verde dos olhos que me vêm e me agasalho,

no abraço que envolve e aquece fluindo em ondas de prazer,

eu e você, sem nada mais e cada vez mais o querer.

Amor que ama

Vem de longe a brisa mansa,

toca meu corpo falando de amor.

Trazendo o aroma do bem,

em luz de infinita beleza

ilumina o caminho por onde for.





No encanto que tinge a manhã,

nas auroras que avistar,

navegarei e em ondas de paz,

como ilha o acolherei

no mesmo corpo querendo abraçar.





Existe! A fé avisa,

revelada no sim que proclamei

com a força da voz, uma alma

a mesma que em você encontrei

ansiando pelo corpo tão meu, habitei!





O que dizer então se ressuscito toda manhã

em desejo de amar, entregar-me ao prazer?

Em tempestade, agitando o mar, busco você

e irei, continuarei navegando,

barco a deriva buscando a rota onde possa lhe ter.





Vem nova aurora, novo céu em lua nova,

estrelas mostram o caminho, sigo então...

Na sombra da noite vejo os olhos

enxergando o amor que me vê também

e assim adormeço nos braços que me faz paixão.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Alma

Seria o sol tocando a pele

no amanhecer de novas auroras,

ou apenas a esperança alimentando

o tudo que sonhei noite passada.





Um outro sentido, outro e mais novo

no caminho do corpo que abraço,

vida pleiteando vida em eterno amanhecer

na luz que anuncia o dia que norteia meus passos.





No céu uma nuvem só desenha o mundo

que talvez apenas meus olhos possam ver,

seguem as águas que minha face apontou

no jogo do faz de conta onde o ontem passou.





Seria talvez o amor se os lábios se abrissem ao beijo,

único e eterno no caminho da alma que em desejo

torna-se o eterno libertando o corpo que não tenho

mas que respira a vida na coragem que vence o medo.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

PALAVRAS 0065

“Com força de vontade e determinação, todo objetivo é alcançado, o que não devemos é desistirmos ao longo do caminho. Dificuldades sempre existirão, o importante é sabermos que a força necessária para vencê-las encontra-se dentro de nós.”

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Novo Caminho

Um sopro, um pensamento, entre dedos e sonhos

sou o existir, a essência, a verdade que nunca escondi,

face clara, boca, palavras e o silêncio...

Apenas um caminho, um dos poucos que escolhi.



Entre alguns passos, a noite que faz o dia partir...

Novos sonhos, novas auroras, momentos de glória ou não,

talvez aí a razão do mundo em preto e branco,

mais um encanto ganhando as cores que não negam a paixão.



Venha a mim o novo gerado, sonho desenhado ritmando os corpos

que amantes recriaram a vida, os sons, o próprio coexistir,

nas cores dos amores que em desejos foram encontrados

entre as verdades e valores que não se permitiram mentir.



Entre outros, que venha a gota transbordando o copo,

liberta, voarei sobre as montanhas de um corpo só,

desenharei horizontes, farei de um, novos amores e

na paz, descansarei meu corpo onde o ouro é apenas pó...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Novo Caminho

Um sopro, um pensamento, entre dedos e sonhos

sou o existir, a essência, a verdade que nunca escondi,

face clara, boca, palavras e o silêncio...

Apenas um caminho, um dos poucos que escolhi.



Entre alguns passos, a noite que faz o dia partir...

Novos sonhos, novas auroras, momentos de glória ou não,

talvez aí a razão do mundo em preto e branco,

mais um encanto ganhando as cores que não negam a paixão.



Venha a mim o novo gerado, sonho desenhado ritmando os corpos

que amantes recriaram a vida, os sons, o próprio coexistir,

nas cores dos amores que em desejos foram encontrados

entre as verdades e valores que não se permitiram mentir.



Entre outros, que venha a gota transbordando o copo,

liberta, voarei sobre as montanhas de um corpo só,

desenharei horizontes, farei de um, novos amores e

na paz, descansarei meu corpo onde o ouro é apenas pó...

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Sonho de amanhecer

Fui sonho no corpo que vi amanhecer,
paixão no abraço da paz, um beijo,
amor inteiro no desejo único de você.
Acordar-me? Nenhum talvez é capaz.


Esperei no céu que vi anoitecer,
refiz o caminho que trilhei sem saber,
soprei pra longe as nuvens que escondiam meu sol
e mais uma vez ouvi o amor me dizendo o que fazer.


Rompi com os não(s) que me colocavam a razão,
pisei o chão sem nunca deixar de sonhar,
fui de encontro ao destino que minha fé traçou
e voltei paixão no corpo do homem que sonhei encontrar.


Mais outra estação no hoje que vi despertar,
um aceno, um beijo, e de novo, o mesmo olhar,
o céu, novas cores e o sol fazendo o verão,
no verso rimando paixão, somos amor que chegou pra ficar.


Pintei meus lábios com a alegria de quem sabe amar,
cantei a vida nos tons que hoje conheço,
no desejo, os toques revelando os meios
e depois do amor, um café... amanheço.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Minha vida nova.

Abra-se o mundo, em copas espero,

floresçam os sonhos nos campos em sol,

onde a chuva canta no chão germinando

a semente que desperta em atol.





Recebo o amanhã no hoje que chegou,

dispo-me das defesas, abraço a vida,

entrego-me, tento, um passo por vez,

atrás de cada porta sempre haverá uma saída.





Desarmo, amo, sorrio, canto,

ouço a canção e danço no ritmo do artista,

crio e recrio, refaço o novo imerso em paixão

e observo o mundo que renasce altruísta.





Acordo o sol, olho para o céu que é só meu,

desvendo os mistérios que carrego no peito,

desfaço os nós que formam um único novelo

e liberto o sorriso no semblante já sem medo.





Não temo o erro, seu conserto é o recomeço,

refaço o caminho quantas vezes precisar,

tento de novo, levanto a cabeça, olho à minha volta,

vejo o que busco e onde posso encontrar.





Vivo o hoje pleno e intensamente,

o tempo é o agora e não pode esperar,

não sofro pelo amanhã que ainda não se criou

e acredito, a vitória consiste em simplesmente amar.

Vida, sentido do amor...

Todo mesmo dia em tempo que difere a alma ardente,
zomba de mim a sombra que deitada faz o caminho,
tomba à direita verdades antigas dando vazão ao vazio
que era aquilo que tinha em um antes onde nada existia.


Faço do agora o melhor que sonha em versos o poeta,
dou de mim, de você apenas o que restou... Lembrança!
São de pares os naipes que contam em cartas do amor,
liberdade de ser o que é, ama portanto no silencio que ficou.


Todo dia no mesmo tempo mostrando a diferença que foi,
um som, passos ritmados nos cantos do mundo que deitou,
frases soltas fazendo o poema do poeta que despertou
do sonho onde amante, engolia o beijo da boca que desejou.


Mais uma lua, quem sabe não seria essa a mesma de ontem,
atravessa sorrindo o céu, talvez o mesmo céu da boca que beijei...
Faça-me novamente em um novo sonho onde possa enxergar
o homem que amo despido de si na mesma sede que tenho eu de amar.


Sigo, o caminho mostra o destino que espera a alma que não quer parar,
um canto, outros sentidos, mais de nós na cama lavada de amor,
somos um, céu e o inferno, pudera transcender o orgasmo e lançar
o muito que quero do homem que amo no sentido querendo alcançar.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

PALAVRAS 0061

“Por tanto que caminhe,

jamais deixarei de aprender

com um novo passo

que a vida possa me trazer.”

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Amor, vem?

Vem, fala em meus ouvidos dos segredos tão nossos,

fala baixinho, assim, confessando do amor que traz,

empresta-me seu abraço, seu corpo, o beijo molhado,

o calor de verão no corpo que na gula, ama e pede mais.





Olha os olhos meus, eles mostram o amor que há entre você e eu,

não tente outros caminhos, volta, vem comigo onde o sol aponta,

leva meu sorriso na face onde desenhei as vontades tão minhas

e aconchega-se menino no corpo onde seu amor o meu encontra.





Lembra? É a nossa canção, aquela mesma que anunciava o amor,

chegou ritmando meus sonhos, nova dança, tudo de novo,

mesmo amor, nova paixão, mais querer do mesmo homem,

e a alegria adormecendo em sol no corpo que sonha o encontro.





Apaga a luz... Acende a noite... Abraça-me no beijo que lhe trouxe.

Ouça! É a nossa música, silencia comigo no êxtase que mostra o céu,

deixe que as cortinas do tempo adormeçam enquanto o amor faz seu ato

no eterno onde em versos rimamos a poesia que suplanta o bem e o mal.