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domingo, 1 de agosto de 2010

ESPORTES DO ESPÍRITO

Prezado amigo.
Em resposta à sua indagação sobre os esportes e a Vida Espiritual serei breve com alguns apontamentos.
As atividades esportivas, no campo do Espírito, podem começar para qualquer um, na próxima existência terrestre.
Exemplos:
Aí mesmo na Terra, ser-nos-á possível praticar a ginástica dos pensamentos nobres contra as tentações de ordem inferior, utilizando a barra do silêncio.
A corrida até os lares infelizes, disputando-se os primeiros lugares no auxílio aos irmãos em penúria.
O salto sobre as ofensas, com o esquecimento do mal.
A natação no suor do trabalho.
O xadrez da reflexão, a fim de que se aprenda a raciocinar para o concurso da solução dos problemas domésticos.
A disciplina sistemática para abstenção dos alcoólicos e similares.
A contribuição possível, ajustada com segurança ao cesto da beneficência.
O treinamento da respiração que nos obrigue à calma, de modo a que se evite o agravo de discussões e antagonismos, onde estejamos.
O alpinismo do sacrifício para a conquista dos cimos da elevação.
Os remos do serviço que nos reequilibrem as próprias forças.
As excursões pacíficas que nos ensinem o endereço dos que sofrem, a fim de reconfortá-los.
A limpeza da própria moradia com as melhores notas de higiene.
Qual você poderá observar, aí estão algumas regras para a iniciação.
E não podemos esquecer o nosso futebol das boas ações. Cada prestação de serviço ao próximo é um destaque a mais para o time a que você pertence.
Nessa base, temos diariamente as melhores oportunidades de exercício e competição.
É muito fácil reconhecer a nossa posição nos escores de qualquer um dos esportes do Espírito.
Se o assunto realmente nos interessa, todos os dias, ser-nos-á possível observar quem serve mais.

ORAÇÃO PELOS ESQUECIDOS

Senhor Jesus!


Permita-nos rogar-te a bênção de paz e de socorro, em auxilio de muitos de nossos irmãos habitualmente esquecidos.
Consente-nos, Senhor, pedir-te amparo em favor dos que desprezam a vida, desvalidos de fé, acreditando erroneamente que a morte do corpo seja uma nuvem cinza e esquecimento;
Em apoio dos que se julgam donos exclusivos dos recursos que a tua misericórdia lhes empresta;
Dos que foram surpreendidos pela velhice na experiência terrestre e banidos do aconchego familiar pelos próprios descendentes, desligados do amor e do reconhecimento que devemos ter no mundo aos benfeitores que nos formam a vida;
Dos que foram deixados em casa de benemerência simplesmente por haverem nascido de corpo deformado, mudos e cegos, nas mutilações congênitas, entre as provações que só por si deveriam merecer a caridade daqueles a quem amam;
Dos que são supostos milionários, por administrarem os bens do mundo, quando, na maioria das vezes, não passam de companheiros segregados em cadeias de ouro, sequiosos da paz e do amor que lhes fogem aos dias;
Dos que renasceram no mundo com distúrbios psicológicos e que atravessam a existência marginalizada pelo sarcasmo daqueles que ignoram as leis que regem a natureza;
Das nossas irmãs em Humanidade que não vacilam em expulsar do próprio seio os filhinhos nascituros que, em vão, lhes suplicam acolhimento, e pelas vitimas do aborto, exterminadas sem defesa, em regime de impunidade, quase sempre entre as paredes do asilo doméstico;
E dos companheiros que se desesperaram por falta de paciência e se recolheram à sucata do desânimo, largando os tesouros do tempo às traças da angústia improdutiva.
Senhor, nós te rogamos proteção em auxilio de todos os que se desviaram do bem, no rumo do desequilíbrio e das trevas, e te suplicamos nos protejas e abençoes agora e sempre.

terça-feira, 26 de maio de 2009

VIAGEM DO RENASCIMENTO

Achava-se numa ilha de esperança, em pleno mar da Espiritualidade, consciente de que me aproximava do retorno à vida física.

Pensava na jovem que me receberia nos braços.

Lembrava-me de havê-las conhecido em outras estâncias. A memória, porem, lutava para reconstituir-lhe a imagem dentro de min. Só ela conseguiria fixar-me de novo na Terra, pela força do amor.

Cerrei os olhos, como quem se preparava para uma jornada intuitiva de volta ao passado, no intuito de refazer-lhe os traços.

Era ela, sim, que devia esperar-me.

Sentia-lhe as mãos de veludo, resguardando-me a segurança, enquanto os seus pensamentos perpassavam por minha cabeça, com a suavidade das brisas que se movimentam no alvorecer.

Revia-lhe os olhos, na tela de minhas reminiscências, à feição de estrelas que me descobriam a alma.

No intimo, registrava-lhe o calor da fé em Deus e em si mesma, refundindo-me as energias, de modo a retornar-me na existência terrestre.

Percebia-lhe, de novo, nas fibras recônditas do espírito, a coragem sem temeridade, a beleza sem orgulho, a bondade sem afetação, a lealdade sem fraqueza, a confiança sem desânimo, o amor sem vacilações e a luz sem sombra...

Só então notei que a meditação se me transformara numa viagem maravilhosa.

Desligara-me da ilha em que achava e reconhecia-me sobe poder de atração inexplicável.

Vi-me no aconchego de um lar em que ela me aguardava.

A irradiação estelar que lhe fluía do peito era o seu coração a falar-me de seus sonhos e aspirações.

Queria um filho que era eu mesmo.

Nunca a julguei tão linda a esperar-me, a fim de instilar-me vida nova.

Beijei-lhe a face com a simplicidade da flor humana em que passara a transfigurar-me.

Ela chorou e envolvi-lhe os cabelos, com as minhas próprias lágrimas.

Observei-me na condição do menino que ela própria mentalizara e, recolhendo-me ao seu colo, descansei com a despreocupação da criança que novamente começara a ser.

Quis gritar a minha felicidade em cânticos de louvor a Deus, mas repousando junto àquele coração, à maneira da ave cansada que se reacomoda no ninho, pude apenas dizer: “Minha mãe!...Minha mãe!...”

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

VIAGEM DO RENASCIMENTO

Achava-me numa ilha de esperança, em pleno mar da Espiritualidade, consciente de que me aproximava do retorno à vida física.

Pensava na jovem que me receberia nos braços.

Lembrava-me de havê-la conhecido em outras estâncias. A memória, porém, lutava para reconstituir-lhe a imagem dentro de mim. Só ela conseguiria fixar-me de novo na Terra, pela força do amor.

Cerrei os olhos, como quem se preparava para uma jornada intuitiva de volta ao passado, no intuito de refazer-lhe os traços.

Era ela, sim, que devia esperar-me.

Sentia-lhe as mãos de veludo, resguardando-me a segurança, enquanto os seus pensamentos perpassavam por minha cabeça, com a suavidade das brisas que se movimentam no alvorecer.

Revia-lhe os olhos, na tela de minhas reminiscências, à feição de estrelas que me descobriam a alma.

No íntimo, registrava-lhe o calor da fé em Deus e em si mesma, refundindo-me as energias, de modo a retornar-me na existência terrestre.

Percebia-lhe, de novo, nas fibras recônditas do espírito, a coragem sem temeridade, a beleza sem orgulho, a bondade sem afetação, a lealdade sem fraqueza, a confiança sem desânimo, o amor sem vacilações e a luz sem sombra...

Só então notei que a meditação se me transformara numa viagem maravilhosa.

Desligara-me da ilha em que achava e reconhecia-me sob poder de atração inexplicável.

Vi-me no aconchego de um lar em que ela me aguardava.

A irradiação estelar que lhe fluía do peito era o seu coração a falar-me de seus sonhos e aspirações.

Queria um filho que era eu mesmo.

Nunca a julguei tão linda a esperar-me, a fim de instilar-me vida nova.

Beijei-lhe a face com a simplicidade da flor humana em que passara a transfigurar-me.

Ela chorou e envolvi-lhe os cabelos, com as minhas próprias lágrimas.

Observei-me na condição do menino que ela própria mentalizara e, recolhendo-me ao seu colo, descansei com a despreocupação da criança que novamente começara a ser.

Quis gritar a minha felicidade em cânticos de louvor a Deus, mas repousando junto àquele coração, à maneira da ave cansada que se reacomoda no ninho, pude apenas dizer: “Minha mãe!...Minha mãe!...”

quarta-feira, 25 de junho de 2008

VIAGEM DO RENASCIMENTO

Achava-me numa ilha de esperança, em pleno mar da Espiritualidade, consciente de que me aproximava do retorno à vida física.

Pensava na jovem que me receberia nos braços.

Lembrava-me de havê-la conhecido em outras estâncias. A memória, porém, lutava para reconstituir-lhe a imagem dentro de mim. Só ela conseguiria fixar-me de novo na Terra, pela força do amor.

Cerrei os olhos, como quem se preparava para uma jornada intuitiva de volta ao passado, no intuito de refazer-lhe os traços.

Era ela, sim, que devia esperar-me.

Sentia-lhe as mãos de veludo, resguardando-me a segurança, enquanto os seus pensamentos perpassavam por minha cabeça, com a suavidade das brisas que se movimentam no alvorecer.

Revia-lhe os olhos, na tela de minhas reminiscências, à feição de estrelas que me descobriam a alma.

No íntimo, registrava-lhe o calor da fé em Deus e em si mesma, refundindo-me as energias, de modo a retornar-me na existência terrestre.

Percebia-lhe, de novo, nas fibras recônditas do espírito, a coragem sem temeridade, a beleza sem orgulho, a bondade sem afetação, a lealdade sem fraqueza, a confiança sem desânimo, o amor sem vacilações e a luz sem sombra...

Só então notei que a meditação se me transformara numa viagem maravilhosa.

Desligara-me da ilha em que achava e reconhecia-me sob poder de atração inexplicável.

Vi-me no aconchego de um lar em que ela me aguardava.

A irradiação estelar que lhe fluía do peito era o seu coração a falar-me de seus sonhos e aspirações.

Queria um filho que era eu mesmo.

Nunca a julguei tão linda a esperar-me, a fim de instilar-me vida nova.

Beijei-lhe a face com a simplicidade da flor humana em que passara a transfigurar-me.

Ela chorou e envolvi-lhe os cabelos, com as minhas próprias lágrimas.

Observei-me na condição do menino que ela própria mentalizara e, recolhendo-me ao seu colo, descansei com a despreocupação da criança que novamente começara a ser.

Quis gritar a minha felicidade em cânticos de louvor a Deus, mas repousando junto àquele coração, à maneira da ave cansada que se reacomoda no ninho, pude apenas dizer: “Minha mãe!...Minha mãe!...”

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Petição de Rapaz

Jesus,
Sou aquele cara que estou aprendendo a fazer preces.
Ainda sou mocorongo neste negócio, mas não estou aqui de araque, nem estou dando uma esnobada.
Diante de sua grandeza, querido Jesus, ninguém pode e nem deve comparecer em onda quadrada.
Vou explicar para você tudo o que desejo.
Sei que meu pai sempre guinchou uma nota alta e me deu barra mansa.
Tenho por ele muito respeito e muito amor. E rogo à sua bondade sustentar meu pai na caminhada sempre pra cabeça.
Mas hoje tenho mais alguma coisa a pedir.
Ajude o rapaz que ainda sou a não ser fechadão, nem grilado.
Afaste de minha estrada tudo o que seja fofocagens e fuzuês.
Não consinta que eu entre na canoa furada dos que procuram a jeribita, a diamba para enfumaçar a cuca doente.
Preciso de força total para fazer bem aos outros como manda o figurino.
Dê pra mim suas dicas a fim de que eu possa mandar a bola pra frente, no time do serviço ao próximo.
Você sabe, Jesus, que hoje estou estraçalhando o pinho, cantando esta prece para a jovem mulher que amo, acima de tudo, na vida.
Devo ser um cara legal nos deveres a cumprir, de modo que eu possa merecer esse tesouro.
Jesus, quero ser um rapaz bom e correto.
Você sabe porque: — porque devo ser um presente de Deus para essa jovem mulher que amo tanto e amarei para sempre — a minha Mãe.