segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Paz na Consciência

Aquele dia eu sentia alegria

E uma profunda paz interior...



A todos eu sentia o desejo de amar,

Sentia-me solto, feliz como as aves,

Que nos galhos, ficam a cantar...



Proviam da minha mente os meus mais belos sonhos

E os momentos da minha existência que me deram maiores felicidades...



Era uma mistura de alegria, de prazer, de conquistas

e de verdades.



Apagara-se da minha mente as frustrações e as incertezas,

até os meus olhos sorriam...

Não lembrava de nada que significasse tristeza...



Tudo refletia felicidade.

Lembrei-me do meu primeiro amor,

Mas, era tamanha a minha alegria, que nem sequer senti saudade...



Mas, por que tanta felicidade, enquanto o mundo triste,

transverte-se em incerteza?



Como pude me envolver em tanta beleza?

Pela lógica, seria uma incoerência,

Ou um conflito com a realidade!



Uma coisa ou outra não importa...

Não se trata de artifícios nem de incoerência.

Todos temos o direito à felicidade

Basta vivermos com simplicidade...

E com paz na consciência.