sábado, 9 de agosto de 2008

Que lástima...

Triste como o tempo que vivo...
Não há mais leveza em meu andar,
Como folhas de outono soltas ao vento
apalpando esperança para a alma lavar...

Olhos fechado-se no insólito viver...
O grito da solidão é mudo pra que voz?
Sonhar seria um alento, fingindo beber
a vida com gosto adocicado de carinho.

Desprezos marcando o coração
com feridas doídas que não sangram...
Nesse deserto que vivo não encontro oásis
vou caminhando amargando um coração
que era pura alegria, amor e ternura!

Vivendo acompanhada de minhas sombras,
onde tudo se transforma em quase nada
tornando imensos os dias, noites madrugadas
coração sempre chorando, não sabe mais
sorrir e desaprendeu como fazer outros
sorrirem...