Fragmentos
Eu não sou nada,
aos olhos dos hipócritas.
Eu não sou nada,
à vista dos que julgam,ser tudo.
Sou um poeta!
Um canto,um lamento,uma lágrima,
o pedido de paz.O vento no bosque!
Sou eu, que acaricio as flores,
e arranco pétalas pra jogar à minha amada.
chego faceiro,e toco sua face,
deslizo nos seus lábios,
em busca de um beijo,
eu sou poeta.
Sou o amor perdido,o riso e as lágrimas,
sou a busca incessante,e o achado.
Sou tudo;em todas as coisas,
estou em todos os elementos,
da natureza,na terra, no ar,
na água, no fogo...
eu sou o poeta;
que não só falo de amor.
Mas que também,
posso falar do ódio,
não sou perfeito.
Eu sou o poeta;
que pede ao mundo paz;
sou a alma que vaga,
na esplêndida noite,
o brilho da lua cheia,
o sofrido amor...
que nesta mesma noite, se perde,
e banha-se no lual,
Joga-se ao chão,e chora,
para que o dia venha
e traga um sol ardente,
que faça evaporar as suas lagrimas,
levando – as ao céu,
para se transformar em chuva,
torrenciais trovoadas,
que venha cair,sobre todas as flores.
Lá você vai estar poeta,
suas lágrimas foi o ciclo da água.
Você poeta, é uma praga...esta em tudo.
E nestas flores colidas,
você vai estar,
para que sua amada,
a toque,cheire-o,beije - o
e abrace você Poeta,
porque você é o cosmo,
e estar em tudo,
em todas as coisas.
Você é parte dos elementos,
e vai ser assim, eternamente,
Poeta...

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