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domingo, 10 de janeiro de 2010

Fica Decretado em 2 0 1 0

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer,
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas,
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor,
Fazer com que alguém pague por suas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos,
Não tentar compreender o que viveram juntos,
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e apagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida lhe dá, também lhe tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

domingo, 6 de setembro de 2009

Saudade...

Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Amo-te

Amo-te como a planta que não floriu

e em dentro de si, escondida,

a luz das flores, e,

graças ao teu amor, vive obscuro

em meu corpo o denso aroma

que subiu da terra.

Amo-te sem saber como, nem quando,

nem onde,

amo-te diretamente sem problemas

nem orgulho:

Amo-te assim porque não sei amar

de outra maneira,

A não ser este modo em que nem eu sou

nem tu és,

tão perto que a tua mão no meu peito é minha,

tão perto que os teus olhos se fecham

com meu sono.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

É proibido!

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

sábado, 6 de setembro de 2008

É PROIBIDO

É proibido chorar sem aprender,
levantar-se um dia sem saber o que fazer,
ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas,não lutar
pelo que se quer, abandonar tudo por medo,
não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor, fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos, não tentar compreender o que viveram juntos, chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas, fingir que elas não te importam, ser gentil só para que se lembrem de você, esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo, não crer em Deus e fazer seu destino, ter medo da vida e de seus compromissos, não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar, esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram, esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas, pensar que a vida delas valem mais que a sua, não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história, deixar de dar graças a Deus por sua vida, não ter um momento para quem necessita de você, não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade, não viver sua vida com uma atitude positiva, não pensar que podemos ser melhores, não sentir que sem você este mundo não seria igual.

sábado, 16 de agosto de 2008

NA VIDA

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não arrisca vestir uma cor nova
e não fala com quem não conhece .

Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o escuro ao invés do claro
e os pingos nos "is"
a um redemoinho de emoções,
exatamente a que resgata o brilho nos olhos,
o sorriso nos lábios e coração ao tropeços.

Morre lentamente
quem não vira a mesa
quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto,
para ir atrás de um sonho.

Morre lentamente
quem não se permite,
pelo menos uma vez na vida,
ouvir conselhos sensatos.

Morre lentamente
quem não viaja, não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente
quem passa os dias queixando-se
da sua má sorte
ou da chuva incessante.

Morre lentamente
quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
nunca pergunta sobre um assunto
que desconhece e nem responde
quando lhe perguntam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em suaves porções,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior
que o simples ar que respiramos.

Somente com infinita paciência
conseguiremos a verdadeira felicidade.

VIVA O HOJE

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Talvez

Talvez não ser, é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando o meio dia
com uma flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,trigo do vento,

E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
E por amor
Serei... Serás...Seremos...

segunda-feira, 26 de maio de 2008

"Saudade é solidão acompanhada,

"Saudade é solidão acompanhada,

é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade,
aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido..."

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Quem Morre

Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê , quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu
amor-próprio, quem não se deixa ajudar.


Morre lentamente quem se transforma
em escravo do hábito, repetindo todos
os dias os mesmos trajetos, quem não
muda de marca, não se arrisca a vestir
uma nova cor ou não conversa com
quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.


Morre lentamente quem evita uma
paixão, quem prefere o negro sobre o
branco e os pontos sobre os "is" em
detrimento de um redemoinho de
emoções , justamente as que resgatam
o brilho dos olhos , sorrisos dos
bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.


Morre lentamente quem não vira a mesa
quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto
para ir atrás de um sonho, quem não
se permite pelo menos uma vez na vida
fugir dos conselhos sensatos.


Morre lentamente, quem passa os
dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.


Morre lentamente, quem abandona
um projeto antes de iniciá-lo, não
pergunta sobre um assunto que
desconhece ou não responde
quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige
um esforço muito maior que o simples
fato de respirar.


"Sómente a perseverança fará com que
conquistemos um estágio esplêndido de
felicidade".

quarta-feira, 26 de março de 2008

Do Livro Cem Sonetos de Amor

"Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio

Ou flecha de cravos que propagam fogo;

Te amo como se amam certas coisas obscuras,

Secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e

Leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.

E graças a teu amor, vive oculto em meu corpo

O apertado aroma que ascende da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.

Te amo diretamente sem problemas nem orgulho;

Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

Senão assim, deste modo, em que não sou nem és.

Tão perto de tua mão sobre meu peito é minha,

Tão perto que se fecham teus olhos com

Meu sonho..."

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

"Saudade é solidão acompanhada,

é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade,
aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido..."

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Morre lentamente

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.


Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.


Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.


Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.


Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.


Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.


Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.


Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não
responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.


Morre lentamente...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Inicial

O dia não é hora por hora.
É dor por dor,
o tempo não se dobra,
não se gasta,
mar, diz o mar,
sem trégua,
terra, diz a terra,
o homem espera.
E só
seu sino
está ali entre os outros
guardando em seu vazio
um silêncio implacável
que se repartirá
quando levante sua língua de metal
onda após onda.

De tantas coisas que tive,
andando de joelhos pelo mundo,
aqui, despido,
não tenho mais que o duro meio-dia
do mar, e um sino.

Eles me dão sua voz para sofrer
e sua advertência para deter-me.
Isto acontece para todo o mundo,
continua o espaço.

E vive o mar.

Existem os sinos.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Saudades...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido...

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Angela Adonica

Hoje deitei-me junto a uma jovem pura
como se na margem de um oceano branco,
como se no centro de uma
ardente estrela de lento espaço.
Do seu olhar largamente verde
a luz caía como uma água seca,
em transparentes e profundos círculos
de fresca força.

Seu peito como um fogo de duas chamas
ardia em duas regiões levantado,
e num duplo rio chegava a seus pés,
grandes e claros.
Um clima de ouro madrugava apenas
as diurnas longitudes do seu corpo
enchendo-o de frutas estendidas
e oculto fogo.

domingo, 4 de novembro de 2007

SONETO XL

Era verde el silencio, mojada era la luz,
temblaba el mes de Junio como una mariposa
y en el austral dominio, desde el mar y las piedras,
Matilde, atravesaste el mediodía.

Ibas cargada de flores ferruginosas,
algas que el viento sur atormenta y olvida,
aún blancas, agrietadas por la sal devorante,
tus manos levantaban las espigas de arena.

Amo tus dones puros, tu piel de piedra intacta,
tus uñas ofrecidas en el sol de tus dedos,
tu boca derramada por toda la alegría,

pero, para mi casa vecina del abismo,
dame el atormentado sistema del silencio,
el pabellón del mar olvidado en la arena.

domingo, 7 de outubro de 2007

Aquí te amo

En los oscuros pinos se desenreda el viento.
Fosforece la luna sobre las aguas errantes.
Andan días iguales persiguiéndose.
Se desciñe la niebla en danzantes figuras.
Una gaviota de plata se descuelga del ocaso.
A veces una vela. Altas, altas estrellas.
O la cruz negra de un barco.
Solo.
A veces amanezco, y hasta mi alma está húmeda.
Suena, resuena el mar lejano.
Este es un puerto.
Aquí te amo.
Aquí te amo y en vano te oculta el horizonte.
Te estoy amando aún entre estas frías cosas.
A veces van mis besos en esos barcos graves,
Que corren por el mar hacia donde no llegan.
Ya me veo olvidado como estas viejas anclas.
Son más tristes los muelles cuando atraca la tarde.
Se fatiga mi vida inútilmente hambrienta.
Amo lo que no tengo. Estás tú tan distante.
Mi hastío forcejea con los lentos crepúsculos.
Pero la noche llega y comienza a cantarme.
La luna hace girar su rodaje de sueño.
Me miran con tus ojos las estrellas más grandes.
Y como yo te amo, los pinos en el viento,
Quieren cantar tu nombre con sus hojas de alambre.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Ainda não estou preparado para perder-te

Ainda não estou preparado para perder-te
Não estou preparado para que me deixes só.
Ainda não estou preparado para crescer
E aceitar que é natural
Para reconhecer que tudo
Tem um principio e tem um final.
Ainda não estou preparado para não ter-te
E somente recordar-te.
Ainda não estou preparado para não poder ouvir-te
Ou não poder falar-te,
Não estou preparado para que não me abraces
E para não poder abraçar-te.
Ainda te necessito
E ainda não estou preparado para caminhar
Pelo mundo perguntando-me... Por quê?
Não estou preparado hoje nem nunca estarei.
Te necessito.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Talvez

Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,sem que viesses brusca,
incitante conhecer a minha vida,
rajada de roseira,trigo do vento,
E desde então, sou porque tu és
E desde então éssou e somos...
E por amorSerei...
Serás...
Seremos..

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Menina morena e ágil

O sol que faz as frutas,
o que coalha os trigos, o que torce as algas.
Fez teu corpo alegre,
teus luminosos olhos e tua boca que tem o sorriso da água.
Um sol negro e ansioso te envolve nas fibras da negra cabeleira quando esticas os braços.
Tu jogas com o sol como um estuário e ele te deixa nos olhos dois escuros remansos.
Menina morena e ágilnada de ti me aproxima, tudo de ti me afasta como do meio-dia.
És a delirante juventude da abelha,a embriaguês da onda, a força da espiga.
Meu coração sombrio te busca,
sem dúvida, e amo teu corpo alegre,tua voz solta e delicada.
Borboleta morena doce e definitiva.
Como o trigal e o sol, a amapola e a água.