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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Brinde ao desejo

Ergo um brinde ao amor e esperança
Enche minha taça, derrama teus medos,
Das noites de amor e doces lembranças
Que eu sepultarei teus antigos segredos.

Faço um brinde a tua, minha demência
Por esta paixão de amor longo e feliz,
Mesmo que ele seja apenas a essência
Da boca que, quando fala, se contradiz.

Brindo. Verte a bebida em teus seios.
Para que possa eu em teu corpo beber,
Liberta-me dos desejos de teus anseios
Para no teu corpo te amar e adormecer.

Ah... Estou embriagado com o prazer!
Brindei, amei e bebi nesse teu beijo!
Sinto ainda teu corpo a se contorcer
Na ultima gota escorrendo de teu desejo

terça-feira, 21 de agosto de 2007

As palavras

Poesia são palavras em melodia.
Harmoniosas no estado sideral.
Palavras que inspiram esta poesia
Poesia dolente, mas muito pessoal.


Poesia palavras soltas e dispersas
Letras líricas de grande acalanto.
Palavras que dançam com a brisa,
Hipnotizando a lua com seu encanto.


Poemas, palavras que enfeitam os dias,
Cuja beleza são brumas de encanto.
São letras de músicas, são melodias
Que escuto enxugando o teu pranto.


Palavras doces cujo som é perdido,
Surgindo o amor, paixão e a felicidade
Das letras soltas, ruínas do esquecido,
Onde o amor tem a sua cumplicidade.


Palavras, letras em poesia do erudito,
Tentando sem conseguir o calor
Das poesias que lhe elevam ao infinito
Nas letras e palavras invisíveis do amor.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Zé Ninguém

Sou o fel amargo do destino!
uma fruta sem o doce sabor
na encruzilhada do caminho
de um coração sem amor.

Sou o pai, sou o filho petulante,
futuro e presente do pecado
lágrimas desta vida incessante
de um ser imutável hoje revelado.

Sou escritor da letra analfabeta,
perdido nos versos do mundo
das fantasias rimadas de poeta.

Sou aquele que sempre diz amém,
que escuta o som mais profundo.
Sou apenas um ZÉ NINGUÉM!